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28 de abr de 2008

Um golpe de roubo de senhas no Yahoo!Respostas?

Eu navegava pelo interessantíssimo site Yahoo!Respostas e me deparei com a seguinte situação: uma pergunta de um usuário sobre programas de edição de vídeo.

Pergunta do usuário:
Com que programa eu faço correção de legendas e áudio num vídeo? é que eu tenho uns vídeos, mas está todo desconectado, tipo, o áudio sai aqui, a legenda mais a frente e só depois os personagens mexem a boca!

A resposta de outro usuário chegou inocentemente oferecendo um link de dicas:
Reposta de um usuário do Yahoo!Respostas: Nesse site tem varias dicas sobre esse asunto... http://equipe-orkut2008.we.bs/orkut.htm

Pois bem, estava eu distraidamente lendo e resolvi clicar no link. Para a minha surpresa me deparei com a seguinte página de login do Orkut:














Conforme eu disse, estava distraído e comecei a digitar o meu USERNAME do Orkut, que é a mesma do Google. De repente acordei tempo e me dei conta que estava numa página falsa, ou seja de phishing(*), ou seja, os criadores da página praticam roubos de senhas. Depois conferi bem o endereço do maldito link e vi que nada tinha a ver com a página real de login do Orkut.

Quase caí no golpe por pura distração e pensei: se eu que vivo fuçando em informática quase caí num golpe primário de phishing, imagine o usuário de Orkut comum! Não é à toa que muitos usuários do Orkut reclamam que têm os seus perfis roubados. Talvez caindo nestes golpes, a princípio simples, mas altamente imaginosos porque se aproveitam dos momentos de distração dos navegantes internéticos.
O conselho é para que todos fiquem atentos ao endereço da página em que estão fornecendo senhas, para que não saiam informando senhas só porque a página é idêntica àquela que vocês estão acostumados a ver.

(*) phishing – prática ilegal em que uma página falsa de um site verdadeiro é criada para ludibriar o usuário, ou para roubar senhas, ou para inocular programas maliciosos tais como vírus, trojans, spywares, etc.

Phishing, Google, Orktut, senha, Username

27 de abr de 2008

Qual é o papel da obra de arte na Grécia antiga?

A cidade grega antiga, por formar uma totalidade orgânica aparentemente natural, imediata, realiza seu auto-reconhecimento por meio da obra de arte.

Ela realiza a sua maneira de conciliar os opostos do mesmo modo de conciliação que toda obra de arte opera. Uma obra de arte exprime a maneira grega de conciliar os opostos (dialética), exprime o espírito grego, pois ela opera uma conciliação sensível dos opostos: ela é indissociavelmente sensível e inteligível, é a união sensível, imediata, intuitiva do inteligível e do sensível, do divino e do humano, do uno e do múltiplo, do universal e do particular, da mesma maneira que a vida no seio da cidade grega se manifesta nos costumes e hábitos que constituem uma união indissolúvel, imediata, sensível, do universal (a lei) e das inclinações particulares dos indivíduos. Assim como a obra de arte não é a imitação de um modelo exteriormente imposto, também as maneiras de viver no âmbito da cidade grega não são reguladas por normas externamente impostas.

Assim como a parte sensível da obra está em seu próprio âmago como um dado essencial imediatamente aceito, também as oposições sensíveis ou “naturais” (cidadão-bárbaro, cidadão-mulher, cidadão-escravo) estão no âmago da cidade grega ou do mundo grego como dados essenciais imediatamente assumidos. Assim como a parte sensível da obra é imediatamente penetrada por um sentido, também os dados sensíveis ou “naturais” do mundo são espontaneamente animados por um universal.

O espírito grego, tal como se desenvolve objetivamente na cidade, se reconhece e se compreende na obra de arte, pois descobre nela a conciliação sensível que ele realiza tacitamente. Portanto, é precisamente por ser bela (por realizar uma conciliação sensível) que a cidade grega não deixa nenhum espaço para a liberdade individual, para a autonomia dos indivíduos, para a convicção pessoal, para a consciência moral, para o princípio da subjetividade e, portanto para a moralidade.

Fonte: Dicionário de Ética e Filosofia Moral, Canto-Sperber-Monique, São Leopoldo - Unisinos, 2003

Arte, Grécia, mundo sensível, dialética, conciliação dos opostos, sentido da obra de arte

Como os professores de séries iniciais podem usar a teoria de Piaget na sala de aula?

Há mais de dez anos estamos trabalhando na resposta a essa questão. Durante esse tempo nossa maneira de pensar foi evoluindo na medida em que íamos nos aprofundando na teoria de Piaget e fazendo experimentos na sala de aula.

Jogos em grupo é a nossa mais recente tentativa de abordar a questão, numa área específica, dentro de um programa educacional global. O presente livro atinge várias disciplinas tradicionais. O capí­tulo 3, por exemplo, trata de jogos de alvo, como boliche, que envolvem física e aritmética. Muitos jogos de baralho, tais como pescaria, propiciam o desenvolvimento do pensamento lógico e da aritmética. Os jogos em grupo existem há muito tempo, mas o valor educacional que as pessoas viam neles era muito mais limitado do que o que podemos ver numa perspectiva piagetiana. No nosso trabalho de pesquisa com professores em sala de aula, ficamos ainda mais convencidas de que os jogos em grupo estimulam o desenvol­vimento das crianças de maneira ímpar se utilizados com a com­preensão da teoria de Piaget. O propósito deste livro é mostrar o que as crianças podem aprender nesses jogos e que o professor pode intervir de modo a maximizar a aprendizagem das crianças.

Embora o enfoque aqui seja prático, não pretendemos apresentar uma enciclopédia de jogos em grupo. O construtivismo de Piaget não implica um livro de receitas ou mesmo um grupo de regras que possam ser usadas por todos os professores para ensinar todas as crianças da mesma maneira. Embora as crianças compartilhem seme­lhanças básicas, o construtivismo implica que o professor tome deci­sões levando cm conta a maneira como cada criança está pensando e sentindo em cada situação. Procuramos mostrar uma maneira de pensar os jogos que ajude o professor a melhor escolher, modificar ou evitar velhos jogos e mesmo inventar novos. Assim como cada criança tem que reinventar o conhecimento para torná-lo seu, cada professor precisará construir sua própria maneira de trabalhar as idéias apresentadas neste livro.

Escrevemos este trabalho tendo em mente quatro tipos de lei­tores: alunos de psicologia do desenvolvimento e da educação, profes­sores, diretores, coordenadores pedagógicos e pais. Para os profes­sores e estudantes de pedagogia e psicologia, procuramos apresentar idéias práticas que estão solidamente fundamentadas numa teoria científica. (Uma discussão do mérito científico da teoria de Piaget pode ser encontrada no apêndice.) Dirigimo-nos particularmente àque­les que estão procurando alternativas aos métodos didáticos tradi­cionais. Embora o livro tenha como foco crianças entre quatro e seis anos de idade, as idéias são aplicáveis também às crianças mais velhas.

Este livro é constituído de três partes. A parte I é uma intro­dução teórica sobre o que entendemos ser um bom jogo em grupo (capítulo 1) e por que, de acordo com a teoria de Piaget. Os jogos têm um imenso valor educacional (capítulos 2 e 3).

A parte II (capítulos de 4 a 10) dá exemplos concretos de jogos e detalhes da ação do professor. Cada um dos jogos foi selecionado a partir de uma das diferentes categorias discutidas no capítulo 3. O objetivo desses capítulos não é mostrar como se ensina cada jogo, mas dar realidade e precisão aos princípios de ensino que serão apresentados no capítulo 12. Por exemplo, o primeiro princípio dado no capítulo 12 é "modificar o jogo a fim de que ele esteja em harmonia com o modo de a criança pequena pensar". O leitor que já tenha lido alguns capítulos da parte II irá entender o que queremos dizer com "a maneira como a criança pensa" em jogos em grupo. Além disso, segundo a maneira piagetiana de ensinar, um princípio deve ser aplicado a maioria das vezes, mas não em todas as situações. Pareceu-nos necessário descrever vários jogos em detalhe para espe­cificar os tipos de situações nas quais deve haver intervenção do professor.

Os capítulos de 4 a 10 tratam de pequenos grupos de mas poderão ser aplicados em c1asses de vinte a trinta Trabalhamos com grupos pequenos porque em grupos grandes é difícil imaginar e acompanhar o que está se passando na cabeça de cada criança. Em pequenos grupos podemos entender melhor o que aconteceu e, mais tarde, aplicar o insight num grupo maior. Uma vez que o professor tenha entendido a transição dos jogos não-compe­titivos para os jogos competitivos, poderá usar esse entendimento em todos os tipos de jogos.

A parte III (Capítulos 11 e 12) trata de princípios de ensino começando com um capítulo dedicado ao problema da competição. A competição é um ponto importante para muitos professores de crianças pequenas. Outros professores, porém evitam jogos em grupo com medo de colocar as crianças numa situação competitiva.

Finalmente, o apêndice contém os conceitos pedagógicos mais importantes da teoria de Piaget. A teoria de Piaget é comparada com o behaviorismo e o empirismo que têm dominado a linha educa­cional vigente nos EUA. O leitor que não conhece a pesquisa de Piaget deverá consultar outros livros, uma vez que o apêndice é limi­tado a certos pontos pertinentes à educação.

Fonte: Excertos da Introdução do livro Jogos em Grupo na Educação Infantil – Implicações da Teoria de Piajet, Constance Kamii e Rheta DeVries, editado por Trajetória Cultural, 1991.

Construtivismo, Jean Piaget, teoria piagetiana, jogos infantis, pedagogia

Quais foram as mudanças na representação pictórica ao longo da Idade Média?

Partimos do ano mil, pois se produz por volta dessa data uma flexão muito brusca na evolução do material documental, que se torna em seguida cada vez mais abundante. Mas deparamo-nos ao longo do percurso com um outro limiar, igualmente acentuado, que se coloca entre 1300 e 1350.

Passada a metade do século XIV, tudo ganha um outro tom. A mudança de iluminação é por um lado o resultado de perturbações acidentais (das quais a mais dramática foi, em 1348-1350, a grande epidemia de peste negra) que provocaram em algumas décadas uma real mutação das maneiras de viver em todo o mundo ocidental. Essa mudança se deve também ao deslocamento, na Europa, dos pólos de desenvolvimento: antes situados na metade norte da frança, eles se deslocaram nas direções sul e leste para estabelecer-se na Itália, acessoriamente na Espanha e no norte da Alemanha. Intervém, contudo, e de maneira muito mais decisiva, modificações que, afetando as fontes de sua informação, permitem ao historiador ver mais claramente as realidades daquilo que chamamos a vida privada. Uma ampla face do véu que as mascarava se rompe durante a primeira metade do século XIV. Por quê?

Porque, em primeiro lugar, um movimento profundo levava então os homens a considerar com crescente atenção e lucidez a natureza das coisas materiais, porque no refluxo de uma atitude que dominara a alta cultura européia durante a Alta Idade Média, o contemptus mundi, como diziam os intelectuais, o desprezo do mundo, as aparências pouco a pouco não pareciam mais tão radicalmente condenáveis por ser enganadoras, por ser sobretudo inclinadas para o mal. Em razão disso, a arte, a arte de figurar os aspectos da vida por meio do volume ou do traço, a arte dos pintores, a arte dos escultores, oscilou, em torno do ano 1300, para o que denominamos realismo. Parece que os olhos se abriram; o artista aplicou-se doravante em transcrever exatamente o que via, usando de todos os procedimentos de ilusão. A pintura, mais capaz de ilusionismo, antecipou-se nesse momento a todas as outras artes, e viram-se aparecer as primeiras representações pictóricas de cenas íntimas. De modo que, desposando o do pintor, o olhar do historiador pode, passado 1350, penetrar no interior da casa, isto é, no espaço privado, da mesma maneira pela qual aí penetrava, algumas décadas antes, o olhar das mulheres curiosas de Montaillou. O historiador, pela primeira vez, dispõe de meios para colocar-se em postura de voyeur, observando o que se passa no interior desse universo fechado, protegido da indiscrição, onde, por exemplo, Van der Weyden colocou a Virgem da Anunciação e o Anjo.

Fonte: História da Vida Privada – Coleção dirigida pro Philippe Ariès e Georges Duby, vol. 2. Pag. 10.

Idade Média, Alta Idade Média, representação, Arte ilusionista, realismo

26 de abr de 2008

Os adolescentes são burros porque escrevem mal, ou escrevem mal porque são burros?

A gênese de uma língua ferida, ou a tragédia da língua falida.

O paradoxo de tostines: “São fresquinhos porque vendem mais, ou vendem mais porque são fresquinhos?” parafraseado para a situação educacional no Brasil ficaria assim: “Os adolescentes são burros porque escrevem mal, ou escrevem mal porque são burros?” Responder ao paradoxo da língua falida talvez seja tão importante quanto inventar um “Fome Zero” que funcione.

"Um povo é a sua língua", é uma frase sintética que vista ao reverso retrata outro tipo de miséria. Não uma miséria concernente àquele tipo de fome combatido pelo falido programa “Fome Zero”, mas daquela que renegou a língua ao nível subalterno das cátedras científicas na gestão da educação.

Após as décadas de pensar um ensino rigorosamente cientificista, descobre-se um sistema educacional semelhante à metáfora Pinkfloidiana do moedor de carnes: a entrada de inocentes crianças de um lado, e no outro a saída de adolescentes burros vacinados contra a grandiosidade da sua língua pátria.

O vácuo resultante da visão sistêmica de aversão ao ensino humanista, trouxe como corolário o cultivo de uma nova forma de comunicação nascida nos “messengers” da Internet. O triste cumprimento da profecia do escrito inglês George Orwell em seu livro “1984”, uma língua miserável e contraída está aí: a Novlíngua como forma de dominação. A intensa participação em diálogos via teclado de computador usando sistemas de mensagens instantâneas, tais como MSN, Skype, ICQ, Meebo, Xfire, Yahoo!Messenger, etc, pode produzir alienação irreversível.

A princípio, os maus hábitos de escrita nascem sob a pressão da rapidez exigida pela comunicação teclada, mas acabam se alastrando a outros setores da vida cotidiana. Como resultado da desimportância do português, os adolescentes desenvolveram uma língua própria-empobrecida-retalhada, conseqüência da fome do espírito mais intensa do que a fome da carne combatida pelo fracassado “Fome Zero”.

A escassez lingüística pode ser constatada em sites, tais como o Yahoo!Respostas, onde é esperável que o usuário tivesse capacidade de enunciar perguntas claras - para que pudesse ser compreendido, mas em razão da sua compulsiva leniência, compõe aquilo que chamo de pérolas do Yahoo!Respostas - http://br.answers.yahoo.com:

“Eu queria sabe o que e introdusao? enredo?espaço?tempo?perssonage... pessouado narrador? oantagonistae potagonita”

“Qual é a profiçao que dar mais dinheiro ?”

“EU KERO UM SITEH DE UM JOGOH MAS NAUM ESSES Q TEM UMA PORÇAO DE JOGOS UNS LEGAIS ESPECIFIKOS DE UM JOGO TIPO HABBO LINEAGE E OUTROS”

“qro responde spbre naruto-arena qndo busca as prgunta so da pra ve o q eles perguntaram e num da pra responde como buscar”

“Poxa acho q niguem entendeu a minha pergunta naum.desconfigurou meu pc.? a bara ed inicialização onde ela fika é azul. esta na parte superior do pc.na parte de cima e não esta adiantando nada eu arrastar pq só vem até o meio... naum tem outras soluções?”

Risível seria, se não fosse trágico.

Professores, ainda tende certeza ao ler isso de que a vossa missão de fazer surgir luz das trevas da ignorância é exeqüível? Caso não seja, é chegado o momento de assumir a terra arrasada, indagando os porquês dos alunos serem burros por escreverem mal.

Língua, português, internet, teclar, messengers, sistema de ensino, gestão pública

25 de abr de 2008

Como evitar o roubo de senha do Orkut, MSN e outros?

A senha do Orkut é a mesma da família Google, isto quer dizer que se alguém conseguir a sua senha do Orkut, terá acesso ao seu Gmail, Adsense, Analytics, GoogleDoc, Google Reader, etc.

Não é fácil quebrar a senha do Google usando métodos convencionais de força bruta, porém, mas mesmo assim algumas pessoas continuam roubando contas alheias. Como eles conseguem? Os hackers usam truques simples se aproveitando da negligência e da falta de cuidado que a maioria dos usuários têm com suas senhas. Este texto vai abordar alguns pontos que você deve cuidar, para prevenir que a sua senha do Google e Orkut sejam roubadas.

Roubo por “phishing”: É o maneira mais popular de roubo de senhas. De diversas maneiras o usuário é levado a fazer o login numa página falsa, onde ele fornece o seu nome de usuário e a sua senha, pensando que é uma página real, quando na verdade é uma página “fake”, ou seja uma cópia exata da página que você usa para se conectar no Orkut. Durante a navegação normal, é recomendável que você eventualmente dê uma olhada na barra de status no final da página, para ver se o endereço que aparece lá é o mesmo daquele mostrado na barra endereços.

Links de comunidades: Muitas vezes você se depara com links de comunidades em scraps. Antes de apertar no link, leia mais atentamente o endereço que parecerá com algo como: http://www.okrut.com/Community.aspx?cmm=22010186 OKRUT. Veja que o final é o endereço do domínio é OKRUT e não ORKUT. Clicando neste link você será dirigido a uma página de login falsa, onde a sua senha será pedida... e roubada. Este roubo cai na categoria do phishing.

Downloads de truques do Orkut: Você está navegando por uma página e se depara com uma oferta de truques para o Orkut – do tipo: -“como mandar scraps em massa”. É claro que você vai se interessar, e ao clicar no botão tentador vai ser redirecionado a uma página que vai lhe solicitar a sua ID e a sua senha. Pronto, você acaba de perder a sua senha!

Java script: Você deve ter visto alguns scraps circulando por aí que lhe instruem a copiar e colar na barra de endereços do seu browser uma seqüência de caracteres, para ver o que acontece. Não aconselho você a fazer isto, a menos que entenda bastante de comandos JAVA, porque a ação invisível destes scripts pode ser o roubo de senhas, entre outros danos. Alguns links de comunidades são gerados por Trojans instalados em computadores hospedeiros que redirecionam a uma falsa página de comunidade, em que todos os botões, de adesão, de visualização de usuários, etc acionam rotinas em Java script que disparam downloadd de virus no seu computador. É bom usar browsers seguros tais como o Mozilla Firefox com o add-on “No script” instalado. Aí os scripts só serão executados quando você permitir.

Endereço de email secundário: se um hacker descobrir a senha do email secundário que você forneceu no cadastro da sua conta do Google, ele poderá usá-lo para clicar na opção “esqueci a senha”.
Eu desativei o meu email secundário na conta do Google, para eliminar uma brecha a mais disponível aos hackers. Além disso, você deve tomar cuidado com a pergunta de check de identidade, que se você perder a senha vai ser perguntado. É muito mais seguro deixar uma pergunta cadastrada, mas é mais seguro ainda não fazer uma pergunta idiota que todos os seus amigos saibam a resposta, do tipo “Quem é a minha mãe? Se for muito fácil, qualquer hacker vai descobri-la quando fizer uma varredura nos seus dados espalhados pela internet.
Por trás do roubo de senhas sempre há algum vacilo do usuário. Os sites provedores de serviços se cercam de uma verdadeira muralha de proteção, mas os usuários continuam a ter atitudes ingênuas que podem lhes levar a grandes perdas e incomodações, dependendo do valor das informações contidas nas contas.

A última e mais importante dica é trocar a senha periodicamente e de preferência por uma seqüência que combine letras e números e que a parte alfabética não seja encontrável no dicionário de qualquer língua, pois os hackers utilizam dicionários para quebrar senhas pelo método “brute force”, força bruta, em que são testadas “n” combinações de senha.

Leia também:
Maneiras fáceis de perder senhas e comunidades pegando o “vírus” do Orkut.

24 de abr de 2008

O que fazer para aumentar a velocidade do computador?

No instante seguinte à invenção do computador, estava criada a praga que atormenta os usuários até hoje: a lentidão. O funcionamento do micro pode satisfazer durante algum tempo, mas novamente vem a velha queixa e parece que tudo volta à estaca zero. Os problemas de lentidão costumam ocorrer com o tempo de uso e vão ocorrer sempre, porque todo o sistema complexo precisa de constes manutenções.
Com a disponibilidade de aplicativos criados para facilitar a vida do usuário não especialista, ele mesmo pode executar as rotinas de otimização. Para que fique fácil de entender os porquês e as soluções, dividi as causas de lentidão em 5 tópicos principais.

1) Faxina no Disco
Fazer uma limpeza no disco regularmente é uma boa prática. Sempre que você surfa na Internet, adiciona muitos arquivos e elimina outros tantos. O seu computador preserva os registros dessa atividade. Muitos desses arquivos são inofensivos, mas individualmente muito pequenos. Contudo, ao longo do tempo de navegação vai aumentando sobremaneira a quantidade dos chamados arquivos de “cache”, aqueles que o sistema utiliza para gravar as páginas de internet que você freqüenta, justamente para tornar a navegação mais rápida.
Ademais, a simples atividade de execução dos aplicativos de edição de texto, planilhas, softwares gráficos, etc, vão acumulando arquivos temporários. A instalação e desinstalação de programas também são responsáveis por acumular traços de programas já mortos, porque alguns pedaços deles permanecem tomando espaço de disco.
Há no mercado um utilitário “freeware” que executa a tarefa de apagar todo o lixo gerado pelo sistema operacional o ccleaner que se for rodado a cada 15 dias manterá o seu computador livre de tralhas repensáveis por uma das razões de lentidão.

2) O disco rígido fragmentado
Essa é a mãe da lentidão no mundo da informática. Conforme já explicamos num post anterior o sistema operacional no afã de gravar os dados rapidamente, acaba espalhando-os sobre a superfície do disco, fragmentando-os e tornando lenta a sua futura leitura. Use o aplicativo Diskeeper recomendado no texto, que é o melhor do mercado, por ser a versão profissional completa do desfragmentador padrão (e simplificado) do Windows XP.
Desfragmente seu HD semanalmente, principalmente se você usa muitos programas pesados!

3) Combata os vírus, adwares, spywares e outras pragas.
Os vírus são programas oportunistas que se instalam no seu computador e lhe sugam o processamento e a paciência, e por vezes, comem os seus arquivos importantes. Escrevi um texto exclusivamente sobre as pragas “SmitFraud”.
Se você foi alguma vez infectado por vírus de computador, já experimento a frustração que eles podem causar - comportamentos estranhos, modificação da página de início, janelas que se abre subitamente, ícones desconhecidos que aparecem na área de trabalho.
Um conselho muito simples é que você fuja dos antivírus gratuitos ou antivírus pirateados. Escolha uma das ótimas suítes existentes no mercado e faça o investimento de uns 30 a 50 dólares para ter sossego por um ano de subscrição. Eu particularmente uso o Kaspersky, que é considerado pelas avaliações mundiais como um dos mais completos e nunca mais tive problemas de contaminação. Leia este texto sobre a proteção dos antivírus gratuitos e tire suas próprias conclusões.

4) Excesso de programas instalados do tipo velhos & inúteis.
Se você é daqueles usuários que costuma instalar 10 leitores de DVD, 20 leitores de email, vários browsers, discadores, inúmeros sharewares que vêm em revistas, todos os codecs de vídeo que você encontra e todas aquelas fontes True Type bonitinhas; saiba que é a fórmula mágica para atirar na lona o desempenho do computador. Procure selecionar o que você realmente necessita, desinstalando todo o resto.
Muitos destes programas, mesmo que não estejam sendo executados, carregam processos já durante a inicialização e ficam tomando memória e tempo de processador.
Manter o computador limpo significa também deixar nele só o que é usado.

5) Verifique a velocidade da sua Internet.
Se você usa conexão discada, verifique a velocidade da sua internet checando a velocidade dos seus downloads. Caso ela fique nuns 3 a 4 kbps, provavelmente você tem problemas de fiação de telefone na sua casa, excesso de ruído na linha, etc. Faça uma varredura para detectar problemas da sua rede interna. Tente trazer um par de fios telefônicos dedicado até o seu computador e elimine as tomadas oxidadas e frouxas e os terminais desnecessários. O cabo de quem o seu computador se vale para fazer a conexão não pode ter emendas, desde o início da sua rede interna.
Para quem tem Banda Larga por ADSL, os mesmos conselhos são válidos. A velocidade de download e upload pode ser verificada diretamente no programa do modem, para o usuário se certificar de que a velocidade com que ele está usufruindo confere com aquela que ele está pagando ao provedor de ADSL.

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Como reconhecer um chupa cabra num terminal de auto-atendimento bancário?

Este alerta serve principalmente para o pessoal de cidadezinhas do interior, que se acham livres das turbulências das grandes metrópoles. A bandidagem das capitais, aproveitando-se das facilidades da informatização dos bancos, está indo para as pequenas cidades para aplicar o golpe da clonagem de cartões bancários.

Foi-se o tempo em que os ladrões só atacavam com de pés de cabra e picaretas os terminais de auto-atendimento instalados nas agências bancárias ou quiosques. Os maginais evoluiram tecnologicamente e atualmente praticam seus golpes se transportando por avião e alugando carros nos destinos. Aconteceu aqui em Bento Gonçalves-Brasil o seguintes: três estelionatários vindos de São Paulo foram a Porto Alegre, lá alugaram um carro e vieram para cá, onde se hospedaram num hotel. Numa hora noturna de pouco movimento, entraram na agência Bancária e através do seu laptop desativaram todos os terminais, exceto um, aquele em que eles instalaram o dispositivo conhecido como chupa-cabra.

O que é um chupa-cabra? É um aparelho leitor de cartões feito artesanalmente, dotado memória interna, capaz de armazenar os dados da conta corrente de todos os cartões que são passados nele. Normalmente são adaptados às entradas tradicionais de cartões nos caixas eletrônicos, para que possam clonar os dados do cartão quando um cliente usa a máquina. Eventualmente são colocados dentro do terminal e ligados na entrada do leitor verdadeiro por fios.

Formas de prevenção:
Alguns usuários conseguiram descobrir a tempo estes. A experiência deles é imprescindível como alerta a todos que utilizam os terminais de auto-atendimento:

Depoimento 1:
Um chupa-cabra foi percebido por uma estudante quando ela tentou sacar dinheiro com cartão numa agência do Banco do Brasil, notou algo diferente na operação, pois o terminal dispensou a digitação da senha de letras. De imediato, ela retirou o cartão com força. Junto com o cartão, vieram a leitora falsificada, a moldura e o teclado do terminal eletrônico, que se despregaram.

Depoimento 2:
Um chupa-cabra foi encontrado no setor de auto-atendimento da Caixa Econômica, que pode ter lesado várias pessoas. A descoberta foi feita por um funcionário do banco que foi fazer saque no local e estranhou o fato da leitora do cartão ter balançado.
Ao constatar a existência do “chupa-cabra”, instalado em cima do equipamento original, o bancário acionou a Policia Militar e apresentou o aparelho na delegacia. O artefato de material sintético, com circuito eletrônico é similar ao original.

Depoimento 3:
A máquina que tem o chupa-cabra fica com um leitor de cartão maior e, por vezes, torto. Pode haver fios soltos e a máquina pode estar com a tampa aberta, ou melhor, destrancada (levanta se você puxar).
O complemento do chupa-cabra é uma câmera que filma sua senha. Desconfie de uma câmera por perto que consiga filmar você digitando (ela deve filmar o seu rosto e não as suas mãos).
Eu sempre me inclino e escondo minhas mãos enquanto digito a senha. Pode parecer preciosismo, mas segurança é muito importante para ser desconsiderada.

Depoimento 4:
Quando há um chupa-cabra instalado dá pra notar a diferença com certeza. Quando você passa o cartão na máquina ele fica muito frouxo ou então muito mais apertado do que o normal. Já aconteceu comigo duas vezes e eu fui reclamar com o gerente, que quando abriu, estava lá um chupa-cabra pronto para roubar meus dados bancários.

Conclusão:
- Verifique se o dispositivo onde o cartão é inserido está fixo.
- Verifique se há algum acessório ou ressalto no dispositivo de entrado do cartão.
- Certifique-se que a máquina não tenha fios aparecendo ou a tampa aberta.
- Desconfie quando só um terminal está funcionando e todos os outros estão inoperantes, provavelmente o que funciona tem o chupa-cabra.
- Desconfie quando há uma câmera dirigida para as suas mãos. As câmeras de vigilância dos bancos normalmente estão voltadas para o rosto.
- Desconfie quando uma das etapas de verificação não é solicitada, como por exemplo, a parte alfabética da senha.

Segurança bancária, estelionato, cartão bancário, terminal bancário, clonagem

23 de abr de 2008

Por que meu cumputador está lento? Quando a culpa é do SmitFraud.

Uma das maneiras mais agressivas e ilegais de “empurrar goela abaixo” a venda de falsos programas anti-virus foi desenvolvida por empresas que se especializaram em infectar computadores do mundo inteiro com trojans do tipo SmitFraud.

Para obter o acesso às vítimas, os desenvolvedores destes softwares ilegais se utilizam de sites comumente pornográficos e “gratuitos”. Ao tentar abrir algumas janelas para assistir vídeos, o usuário é estimulado a apertar um botão de instalação de um codec, que supostamente permitirá a reprodução daqueles vídeos. Porém, ao aceitar instalar codecs tais como PCodec, BrainCodec, ou VideoKeyCodec, oferecidos pelo site, o usuário está na realidade instalando uma série de programas maliciosos que vão infernizar a sua vida doravante.

Uma vez instalado, o programa SmitFraud revela o seu aspecto extorsivo. Começam a aparecer automaticamente janelas pop-up e mensagens comunicando a infecção por vírus. Na direita da barra do Windows aparece uma insistente propaganda de venda de um falso antivírus, que pode ter o nome de: Spyware Quake, Spylocked, SpySheriff, Spydawn, and SpyAxe, PcGuard, SpyGuard e muitos outros. A prática mafiosa quer que você gaste o seu dinheiro para comprar um programa que o livre de um vírus que ele mesmo inoculou.

Então, aquilo que começa aparentemente como uma simples prática de Adware, ou seja a instalação de programas não solicitados, se transforma em dor de cabeça para os usuários, cujos computadores infectados ficam lentos e erráticos. A simples execução de um editor de textos se torna problemática porque a todo momento a janela do usuário se torna inativa, por conta da mensagem que aparece a qualquer momento e insistentemente na barra de tarefas do Windows.

A tarefa de limpeza deste tipo de trojan é complexa e tediosa. Apesar da sua facilidade de instalação, a desinstalação não é tão simples como executar a rotina de uninstall disponível no painel de controle. Os programas e codecs desinstalados, voltam tão logo o computador seja religado. Os usuários comuns não têm capacidade de realizar a limpeza porque o processo envolve várias etapas, tais como edição do registro do windows, desabilitação da restauração de sistema e alguns procedimentos a ser executados sob a interface de linha de comando.

Na internet há vários sites que detalham procedimentos de limpeza e reparo e fornecem o download de aplicativos que automatizam a tarefa. O detalhe final é que o usuário deve confiar mais numa navegação segura, do que na eficiência do seu antivírus.

Adware, smitfraud, codec, vírus, trojan, anti-vírus, programa, sofware

22 de abr de 2008

Por que Sócrates foi o precursor do sujeito moderno?

Platão e Aristóteles exprimem fielmente a verdade da cidade grega quando a apresentam como uma cidade orgânica que engloba os cidadãos como totalidade viva, engloba suas partes e, por isso mesmo, não deixa nenhum espaço para o princípio da subjetividade.

A cidade Grega não deixa nenhum espaço para a liberdade individual, para a consciência moral, para a moralidade. Nela os indivíduos estão em imediata adequação com o universal, que consiste não em um princípio exterior, mas nos costumes, em uma vida ética que se realiza de uma maneira simplesmente orgânica.

Em outras palavras, a cidade grega engloba os cidadãos como se ela fosse a sua segunda natureza imediata e certamente, o princípio da subjetividade afirmou-se no próprio âmago da cidade grega, aparecendo de repente em meio às características de Sócrates.

Sócrates foi, na verdade, o filósofo que introduziu na praça pública o questionamento das tradições, dos costumes, dos hábitos, em nome da convicção pessoal. Desde então, encarnou a idéia do indivíduo como consciência moral, como sujeito autônomo, como querer individual, como iniciativa singular.

É precisamente pelo fato da cidade ser de natureza simples ou imediatamente orgânica que ela era como estrutura incapaz de acolher em si uma vontade livre, e esta não podia se integrar nela. Ela não podia acolher e absorver Sócrates, pois, desde que este assumiu um distanciamento em relação aos costumes, hábitos, usos, ele apareceria para ela como uma vontade separada do universal, e, portanto arbitrária.

No seio de uma cidade que se entende como naturalmente orgânica, como a segunda natureza dos indivíduos, a vontade livre não pode parecer senão uma vontade arbitrária. O princípio da subjetividade é, à primeira vista, interpretado como princípio da liberdade arbitrária ou do capricho individual. Uma vontade livre não pode aceitar ser integrada em tal cidade, pois assim como o universal se identifica com os usos, os costumes, as tradições, ele não pode se curvar à convicção. Enquanto vontade livre e consciência moral, Sócrates não podia se submeter à cidade, e esta, na medida em que era uma cidade imediatamente orgânica, não podia senão rejeitá-lo.

Assim que a contestação de Sócrates se fez ouvir no seio da cidade grega, esta, incapaz de acolher em si uma vontade que pretendia agir por convicção pessoal, escolher por si mesma suas próprias regras, e, portanto, incapaz de integrar em si o princípio da subjetividade, foi pressionada a afirmar explicitamente a exclusão desse princípio, ou seja, excluir o que, na cidade pré-socrática era excluído mesmo sem não explicitamente.

Em oposição ao espírito da cidade grega, o espírito moderno afirma o princípio da subjetividade dos indivíduos. Essa afirmação se expande ao próprio seio das diferentes modalidades sociais; no direito, na moralidade, na vida política, antes de se traduzir e se compreender na arte, na religião e na filosofia. Ela assume de início, o sentido de uma afirmação exclusiva (o princípio da subjetividade é erigido em fundamento último e único). Em seguida, logo após a Revolução Francesa, ela se concilia com a afirmação do princípio segundo o qual o Estado é uma totalidade que engloba os indivíduos e todas as instâncias coletivas (o direito, a moralidade, a família, a sociedade civil) como partes dela mesma.

Modernidade, universal, pré-socrático, Platão, Aristóteles, subjetividade, vontade livre, sujeito

Os biocombustíveis são ecologicamente corretos?

A trama por trás da condenação do IPCC (ONU) aos biocombustíveis, responsabilizando-os pelo inflacionamento do custo dos alimentos em escala global.

O tema da atualidade visto por um engenheiro agrônomo.
Quanto ao programa do álcool combustível eu entendo ser algo muito importante e, além disso, é algo ecológico, pois hoje na maior parte das lavouras estão usando máquinas para o corte da cana, evitando com isso as queimadas. Além de ter uma série de aproveitamentos diversos, no cultivo da cana, por exemplo, uma usina tem energia própria e algumas até vendem o excedente gerado com a queima do resíduo sólido da cana. Além disso, todo o vinhoto hoje em dia é aproveitado para fertilização do solo e destinado para fabricação de fertilizantes orgânicos líquidos.

Quanto a essa chiadeira que vai faltar alimentos e aumentar os preços e problemas ambientais, isso tudo é barulho do IPCC, que se diz ser os sabichões e entendidos sobre o aquecimento do planeta e outras baboseiras sobre o meio ambiente. Este instituto da ONU, integrado por cientistas do mundo inteiro, usam a teoria absurda da emissão do CO2 para justificar o aquecimento do planeta, que nós sabemos ser uma tremenda mentira. Tais cientistas, sabe-se que são apenas pessoas ligadas a pesquisas cientificas e muitos são apenas políticos ambientalistas, pois os cientistas sérios pedem para ser retirados da lista que foram colocados sem a devida permissão, sendo que em muitos casos solicitam via judicial para retirarem o nome deles dessa lista.

Tanto o etanol como o Biodiesel são muito benéficos para o Brasil e para o nosso ecossistema. Portanto o que acontece é que os países desenvolvidos, principalmente os Europeus querem que continuemos na pobreza para que eles tirem o máximo proveito, nos proibindo de ter nossa auto-suficiência energética. Para que continuemos a ser países desenvolvidos, nos pressionam através de absurdos tais como o aquecimento causado pela emissão antropogênica de CO2.
Eles querem mais poder e dinheiro, isso é o que eles mais desejam, e estão pouco preocupados com o meio-ambiente, pois o deles já foi destruído e agora ficam falando essas besteiras mundo a fora, querendo que vivamos no meio de matas.

Tivemos a criatividade de criar o programa do álcool e do biodiesel, mas como eles não conseguem, querem o fim do programa, pois eles sim podem ter energias alternativas como a energia atômica. Que essa sim eles dizem ser limpa como o Al Gore tem difundido pelo mundo. Isso tudo é politicagem para que eles continuem mandando no mundo. Quanto ao aumento do preço dos alimentos, ninguém fala que os grandes grupos de capitais internacionais provocaram esses aumentos através da compra de “commodities” e com isso seguram a oferta manipulando o mercado para que haja aumento dos produtos alimentícios atrelados ao aumento do barril do petróleo.

Nos temos aqui no Brasil todas as alternativas energéticas possíveis, bem como também a África, que tem como produzir alimentos e biocombustíveis, e isto assusta todos eles. E com isso fazem esses alardes mundo a fora, e também querendo nos enfiar goela a baixo tecnologias caríssimas como a energia eólica e solar e atômica, pois eles detém o conhecimento, apesar de continuarem queimando petróleo, carvão e nós temos que pagar estes absurdos quando temos os biocombustíveis e hidroelétricas, etc.

Quanto ao aumento das temperaturas do planeta , nunca na história do planeta houve aumento da temperatura devido as emissões de CO2, pois o que o Al Gore omitiu é que primeiro as temperaturas aumentam e depois de um lapso de 800 anos aumenta o nível de CO2. E olha que todos os vulcões existentes na terra emitem mais CO2 do que todas as fábricas, carros, etc, no nosso planeta. E hoje em dia já está confirmado por pesquisas, que nos últimos 400 anos as explosões solares influenciaram diretamente a temperatura na terra. Portanto o Sol está finalizando sua colheita. O que minimiza e resfria o planeta são as energias cósmicas que associadas ao vapor da água geram as nuvens que promovem o esfriamento da terra. Quanto maiores as explosões solares, maior será o calor e com isso os ventos solares afastam as energias cósmicas vindo do espaço infinito.

Autor: Balduino Custódio – Engenheiro Agrônomo

Aquecimento global, álcool, etanol, energia eólica, energia atômica, petróleo, preço dos alimentos, commodities, Al Gore, biocombustíveis

21 de abr de 2008

Por que é importante o retorno de visitantes ao Blog?

Inicialmente posso dizer que a maior parte de pessoas que estão tentando aumentar o tráfego dos seus blogs, vão desistir rapidamente, principalmente por causa da ansiedade.

No começo os Blogueiros precisam de muita paciência adicionada ao trabalho diário. Caso você mantenha o esforço por algumas semanas, então começará a ter alguma satisfação. Não que você vá ganhar 1 milhão de reais por mês, mas seguramente pode conseguir uma quantia segura, e depois que você consiga montar um blog lucrativo, ele exigirá cerca de uma hora de trabalho por semana para manter os ganhos.

Aqui vão alguns fundamentos sobre a arte de blogar:

Logo que você faz um blog ele tem tráfego zero. Absolutamente ninguém vai ao seu blog, portanto, não fique desesperado que isto logo melhora, no momento em que as duas coisas mais importantes de um blog são solucionadas:

a) O Tráfego – porque enquanto não houver, não haverá ganhos. Você deverá com o tempo aprender truques para aumentar o tráfego de visitantes;

b) Conteúdo – deve ser único e de qualidade. Você pode conseguir 100 visitantes para o seu blog (não importa se você os trouxer de fóruns de discussão, troca de links, etc.), alguns lerão os seus posts e outros sairão imediatamente. Mas quando você tem um bom conteúdo que interessa os visitantes, eles retornarão mais tarde. Os retornantes são a coisa mais importante do mundo para o webmaster.

Por quê? Trabalhando muito você traz, por exemplo, 500 novos visitantes por dia, mas se ninguém ficar, você estará estancado nesse número. Mas, se chegam num dia 500 visitantes, e 50 deles retornam no outro, então você terá 500 novos mais os 50 retornantes, ou seja, está o seu tráfego está em curva ascendente. É um processo lento que precisa ser diligentemente dirigido. Não é todo o mundo que está ganhando o dinheiro com a Internet, só aqueles que trabalham pesado. Quanto menos pessoas ganham dinheiro, mais sobra para os que persistem no trabalho.

c) Conteúdo atualizado - se você tem um site sobre política, muito poucos estarão interessados em eleições passadas. Os seus visitantes retornantes sempre voltam atrás de informações novas. Se você não lhes fornecer novidades, eles o abandonarão e em pouco tempo o seu blog terá apenas o tráfego residual de novos visitantes que jamais vão retornar.

d) Freqüência de atualização - Se você tem 500 visitantes retornantes anuais e só atualiza seu blog uma vez por semana, seu número de visitantes diários será de 500*1/7=70. Se você atualizá-lo três vezes por semana, terá cerca de 500*3/7=210 visitantes diários.

Por que serve o cálculo cima? Para que você saiba do que estamos falando. A maior parte dos blogueiros vai parar de blogar em pouco tempo, porque eles esperam conquistar um grande número de visitantes instantaneamente.

Além das considerações acima, outra coisa importante é a escolha do conteúdo. Não importa se você vai cativar seus leitores com política, receitas de cozinha, ou carros esporte, pois o mais importante do que atraí-los é desenvolver formas de mantê-los interessados. Desde que seus esforços sejam canalizados ao que realmente você entende, os seus visitantes acabarão retornando ao seu blog e, se lá não encontrarem novidades, sairão frustrados e se perderão para a sempre.

Assim, é fundamental que você domine o seu conteúdo para que possa ter idéias e condições de atualizá-lo freqüentemente, pelo menos de 2 a 3 vezes por semana.

É trabalho duro? Não se angustie e continue procurando informações sobre como blogar, já que precisará muito delas para ultrapassar as barreiras iniciais.

Blog, guia, visitantes, leitores, blogar, tráfego, freqüência de atualização

Quais são os riscos e vantagens de fazer um blog em servidores gratuitos?

Até a popularização dos Blogs, fazer sites era assunto para programadores de html, scripts, etc. Porém, a chegada dos originalmente chamados “Weblogs” e agora Blogs, trouxe consigo a possibilidade de leigos fazerem suas páginas na internet e o melhor, de graça.

De graça? Não, nada de graça existe no mundo capitalista. Os grandes servidores de blogs do mundo são remunerados seja através de cliques nos seus anúncios, seja através do tráfego trazidos por alguns blogueiros “TOP” que rentabilizando seus Blogs, transferem lucros ao servidor que assim pode hospedar milhões de outros blogs não rentáveis.

Mas, como tudo “de graça”, o blogueiro corre alguns riscos ao não decidir não pagar pelo domínio e hospedagem: no contrato dos servidores gratuitos tem a cláusula de que a qualquer momento parte ou todo o conteúdo de qualquer blog pode ser apagado, sem ônus jurídico para a empresa.

Então, o blogueiro amador pode usar no seu período de aprendizado, que pode durar anos, as facilidades dos servidores gratuitos, sabendo que mesmo que os contratos garantam a sua propriedade intelectual, ele não terá segurança plena da permanência dos seus conteúdos no site.

Para manter um site no ar, o blogueiro precisa de algumas coisas:
1 – Domínio: o endereço pelo qual o seu site poderá ser acessado. Nos servidores gratuitos o blogueiro usará o domínio do servidor, o que significa que todos os links que ele produzir ao longo da atividade do blog reverterão em favor do servidor e não dele:

2 – Hospedagem das páginas: os serviços gratuitos de hospedagem de blogs se restringem a hospedar as páginas em HTML e fornecer as ferramentas de software e templates para que o usuário monte a sua página. Porém não hospedam mais nada;
3 – Hospedagem de fotos: o blogueiro deverá buscar um servidor específico de fotos. Caso opte por um dos serviços gratuitos, terá algumas limitações dependentes de cada servidor;

4 – Hospedagem de vídeos: é outro tipo específico de servidores que hospedam exclusivamente vídeos. Há opções gratuitas como o Youtube e Google Video e pagas;
5 – Hospedagem de arquivos: qualquer arquivo executável, PDF, DOC, zipados, etc, para ser compartilhado deve ser hospedado num servidor específico de arquivos. O blogueiro que optar pelos gratuitos, deve prestar atenção nas cláusulas de restrição que os serviços free possuem, já que a maioria deles apaga um arquivo que não for acessado em X dias.

Internet, blog, arquivos, vídeos, fotos, monetização, confiabilidade, servidor gratuito

20 de abr de 2008

Qual é a real proteção dos antivírus gratuitos?

Quem opta por razões de preço pelos antivírus livres de pagamento existentes no mercado deve se informar sobre as diferenças de proteções oferecidas entre a versão livre e a paga. Normalmente nas páginas de download dos fabricantes tem o quadro das comparações e limitações entre as versões oferecidas.

Ao consultar alguns fabricantes, conclui que um dos antivirus que oferece menos proteção é o AVG, eis a tabela deles:


Free Edition

AVG Anti-Virus

AVG Internet Security

Anti-Virus

Yes

Yes

Yes

Anti-Spyware

No

Yes

Yes

Anti-Rootkit

No

Yes

Yes

Web Shield

No

Yes

Yes

LinkScanner

No

Yes

Yes

Technical support

No

Yes

Yes

Firewall

No

No

Yes

Anti-Spam

No

No

Yes

System Tools

No

No

Yes

Conforme se pode notar, a única proteção existente na versão gratuita é o módulo antivírus propriamente dito. Pelo fato de que todos os outros recursos não serem disponibilizados, o AVG se configura numa das piores versões “free” do mercado, por fornecer a menor proteção.

Vamos à comparação com outro fabricante o Pc-Tools:

Feature Comparison

Free Edition

Paid Version

Award-winning protection

sim

sim

Millions of users

sim

sim

Virus, worm, Trojan protection

sim

sim

Scan and Remove

sim

sim

Smart Updates

sim

sim

IntelliGuard™ Protection

sim

sim

- File Guard

sim

sim

- Email Guard

sim

sim

Community support

sim

sim

High-speed updates

não

sim

Dedicated 24/7 support

não

sim

Phone support

não

sim

Este fabricante preferiu limitar na sua versão “free” o acesso aos updates em alta velocidade, então o usuário terá mais problemas em manter em dia as atualizações, apesar do programa oferecer todas as proteções que a versão paga fornece.

Segundo experiências de usuários relatadas nos fóruns, a melhor versão de antivirus gratuito disponível no mercado é o AVIRA, que mantém as proteções contra vírus, worms, trojans, dialers, rootkits, phishing. Por outro lado, não oferece proteção contra spywares, email, adwares e não disponibiliza upgrades rápidos de arquivos de definição.

De qualquer forma, todas as versões gratuitas tem as suas limitações, cabendo ao usuário, portanto, avaliar bem a relação custo/benefício. Da minha parte, sempre optei por pagar o meu antivirus, decidindo pelo, na minha opinião, o melhor do mundo: Kaspersky Internet Security, que é uma suíte “Combo” com firewal, antiphishing e antispyware embutidos.

Antivirus, worms, firewall, versão gratuita, proteção, custo/benefício, AVG, AVAST, AVIRA, KASPERSKY, PCTOOLS

19 de abr de 2008

O que devo saber antes de comprar uma esteira ergométrica?

Ou, como escapar da segunda alegria?
Há um tradicional dito popular que as esteiras provocam duas alegrias na vida: uma quando ela chega nova e encontra a pessoa cheia de bons propósitos, a outra na hora em que o frustrado usuário se livra dela. Estou para entrar na primeira alegria, pois vou adquirir uma esteira, mas vou me precaver contra a segunda através da informação e estudo de casos que levam a maioria das pessoas a esquecer num canto as suas esteiras que se “desmontam facilmente”, ficando verticalmente encostadas numa parede até o dia da segunda alegria.
Da minha recorrida à Internet e às lojas, cheguei a algumas conclusões sobre a síndrome da segunda alegria:

1 – Não compre uma esteira mecânica. Ela tem o codinome popular de “ninguém merece”. É um trambolho inútil que não permite exercícios aeróbicos, no máximo traz algum desenvolvimento muscular às pernas, mas à custa de muito esforço, dor e sofrimento. É o equipamento que vai para o limbo mais rapidamente.

2 – Não compre simplesmente uma “esteira elétrica”. Numa loja me ofereceram um modelo usado cujo dono nunca pode usar por causa da reclamação dos vizinhos. Quando a ligaram para me demonstrar, entendi o porquê da aflição dos vizinhos de apartamento: um barulho insuportável e vibrações. Imaginem o vizinho de baixo com aquele inferno na sua cabeça! Detalhe: todas as esteiras barulhentas têm motor de corrente contínua. Prefira as que têm motor de corrente alternada e fuja daquelas com controle de velocidade por manivela, porque é grande a sua vibração por empregar um sistema mais complexo de correias. A dica é optar pelas esteiras eletrônicas.

3 – Não compre uma esteira sem amortecimento de impacto, ou as suas articulações vão fazê-lo entrar rapidamente na ânsia pela segunda alegria. Uma caminhada numa prancha dura torna o exercício desconfortável, fazendo com que você se arrependa de ter saído da sua confortável poltrona.

4 – Dê preferência às esteiras que tenham no mínimo uma lona de 40 cm de largura, que é uma medida ótima para o conforto dos pés e teste bastante o tipo de padrão antiderrapante que ela possui. As esteiras mais baratas costumam ter lonas quase lisas que vão provocar escorregões e perda de eficiência nas passadas.

5 – Jamais monte a sua esteira nova num canto esquecido da casa cheio de sucatas ao redor, pois se você não estiver num lugar arejado, bonito, de preferência com uma televisão na sua frente, um aparelho de som, etc, a sua vontade de fazer exercícios vai diminuir dia a dia. Ninguém merece conviver com os entulhos da casa só porque está se exercitando, experimente almoçar no quartinho dos entulhos e vai descobrir o que estou dizendo.

6 – Evite as esteiras com motores fracos com potência abaixo de 1 HP, pois os mais fracos produzem mais ruídos da velocidade média para cima.

7 – Não compre a sua esteira por catálogo. Vá às lojas e experimente vários modelos, sempre analisando fanaticamente o ruído e a vibração que ela produz – este será o fator que determinará escapar ou não da segunda alegria.

Infelizmente para o seu bolso, se as minhas dicas forem levadas à risca, você acabará escolhendo um modelo de esteira no mínimo semi-profissional, ou profissional. Todavia, isto fará a diferença entre perder o dinheiro que você desembolsará numa esteira barata, ou gastar bem mais, sentido prazer nas caminhadas naqueles dias de chuva em que você ficaria comendo o dia inteiro.

Fitness, exercício, saúde, esteira mecânica, esteira eletrônica, exercício aeróbico

Por que não é reintroduzida a pena de prisão perpétua, no Brasil?

A constituição de 1988 derrubou vários princípios e legitimou outros. Ela foi denominada “Cidadã” porque, pela primeira vez na nossa história, focalizou os seus esforços na garantia da liberdade da pessoa humana e numa concepção de que o ser humano é capaz de operar mudanças no caráter.

Como conseqüência desta nova filosofia, caiu o princípio do mal, que trabalha com a perspectiva do criminoso irrecuperável. Junto com este princípio também caíram a criminalização do adultério e surgiu a não-autodeterminação do menor de 18 anos. Assim, os efeitos práticos da nova onda foram: graças à prática do adultério ter sido descriminalizada, o Sr. Renan Calheiros, um notório adúltero, teve preservada sua carreira política e graças à introdução da autodeterminação do menor, os Juizados de Menores que recolhiam compulsoriamente os jovens das ruas foram substituídos pelos Conselhos Tutelares, que para agir dependem do consentimento desses, o que trouxe como resultado uma legião de crianças dependentes de drogas espalhadas pelos grandes centros urbanos.

Quanto à pena de prisão perpétua, a grande discussão é sobre a recuperabilidade de criminosos altamente reincidentes e que cada vez que são soltos, cometem crimes de igual ou pior gravidade. Mas, paralelamente a isso, existe o complexo de culpa do próprio estado brasileiro que nunca conseguiu montar uma rede de instituições reabilitadoras: ao contrário, o nosso sistema remonta aos piores campos de concentração, onde o indivíduo se vê desamparado e sem opções quando atravessa os muros da prisão.

Por outro lado, os definitivamente criminosos não podem de maneira nenhuma ser classificados como seres humanos normais, uma vez que deve haver um histórico de patologia mental-social por trás das suas condutas. Caso houvesse uma estrutura psiquiátrica judiciária suficientemente robusta para examinar e avaliar cada preso ao nível das doenças psicossociais, a pena de prisão perpétua estaria vigendo na prática – o psicopata não poderia voltar às ruas quando o seu diagnóstico demonstrasse se tratar de doença sem cura.
Mas, como todas as discussões sobre princípios esbarram no Brasil na carência de um estado cuja maior parte dos seus recursos é desviada pela corrupção, as grandes reformas de princípios introduzidos na Constituição Federal de 1988 se tornaram letra morta, porque os políticos da época legislaram com a cabeça na Noruega, tendo sob os pés o solo de Zâmbia.

Prisão perpétua, constituição, patologia mental, autodeterminação, adultério, criminalização, recuperabilidade

18 de abr de 2008

O que é ouvido absoluto?

É a capacidade que algumas pessoas têm de distinguir imediatamente o tom de qualquer nota, sem a necessidade de fazer comparações com padrões externos. Eles conseguem fazer tal proeza não somente com todas as notas que ouvem, mas com qualquer nota imaginada e ouvida interiormente.

Cada ocorrência de ouvido absoluto tem seu próprio grau de precisão, que varia de indivíduo para indivíduo, mas estima-se que a maioria deles pode identificar mais de setenta tons na região média da faixa audível. Portanto, cada um desses 70 tons possui para esses indivíduos uma qualidade exclusiva e característica que o distingue de qualquer outra nota.

Um dom tão surpreendente suscita uma série de relatos bizarros, que, no entanto, são factíveis de ocorrer: a nota do assuar de nariz e do trovejar em sol maior, do vento soprando em ré, ou um relógio tocando em si menor. Invariavelmente quando tais percepções são confrontadas com as leituras de um instrumento afinador, elas estão certas.

Para nós, a capacidade de reconhecer um tom exato parece assombrosa, quase como um sentido adicional que nunca se terá oportunidade de ter, como a uma visão de raio X ou infravermelho. Mas quem nasce com ouvido absoluto, evidentemente para ele parece absolutamente normal.

Porém o dom pode se transformar em maldição.Devido à idade, um ouvido absoluto vai perdendo a capacidade elástica da cóclea e as freqüências vão paulatinamente desafinando. A conseqüência disso é que o portador de ouvido absoluto pode ouvir sons cada vez mais desafinados em relação aos padrões imutáveis que ele têm armazenados no cérebro.

Música, tom, cérebro, cóclea, afinador, afinação

17 de abr de 2008

De que modo a arte contemporânea se relaciona com o público?

É de senso comum ligar o conceito de arte contemporânea ao vanguardismo das artes plásticas. Apesar da arte plástica pertencer ao conjunto da arte contemporânea, ela não é nem o seu elemento preponderante e nem a determinante de tendências.

Sob o ponto de vista geral, englobadas todas as manifestações artísticas contemporâneas, o seu grande elemento dinamizador, desde o início do século 20, foi o processo industrial. Dos experimentos iniciais dadaístas à música Techno multiplexada por DJ’s com recortes eletrônicos, passando pelo visionário criador da arte de linha de seriada Andy Warhol, a reprodução da peça artística criou a lógica do produto artístico vendável e consumível.

Ao se tornar produto consumível, a arte tornou-se popular e as forças que dominaram as artes populares foram basicamente tecnológicas e industriais: imprensa, câmera, cinema, gravações de música, rádio, televisão, etc. Assim, graças às linhas de montagem industrial, a arte vira ícone, que vai ser impressa em camisetas, guardanapos, toalhas, louças, roupas, produtos que são telas porque a arte contemporânea extravasou os museus e se tornou objeto de uso pessoal.

A arte contemporânea não está alienada do grande público. Ao contrário, com seus milhões de peças representa um dos principais argumentos para a vendagem de produtos que a sociedade consome avidamente. Então, no momento em que a essência da arte deixou a esfera privada da relação solitária artista-apreciador, um novo tipo de relação se impôs: o artista como designer industrial sem relação direta com o público consumidor.

No momento em que as áridas discussões artísticas foram substituídas pelas relações de compra e venda, a relação entre o artista e o público foi substituída pela capacidade dele em vislumbrar o gosto médio do consumidor, para que possa “fabricar” peças que atendam as exigências estéticas do momento. Na era dos ícones Che Guevara, Marilyn More, Lênin, Elvis Presley, Beatles, Papa, Cirque du Soleil, Blue Man Group, espetáculos da Broadway e novelas da Globo, a moda dita a arte, porque arte contemporânea é consumo massivo, é produto descartável, não só porque é feito de plástico reciclável, mas porque quando cai da moda – ninguém mais quer usá-lo.

A arte primitiva, aquela que antes era a única, relacionada às academias e museus, continua persistindo como um ícone da era manufatureira, mas sem público significativo.

Arte contemporânea, processo industrial, Andy Warhol, massificação, objetos pessoais, ícones

O que fazer depois do vírus, só a formatação resolve?

Nas situações em que um computador se infectou barbaramente, alguns sintomas desagradáveis acontecem:

1) Depois que você rodou o scanner de um dos antivírus gratuito existentes no mercado, os programas se tornam inacessíveis e o desempenho geral fica muito lento;
2) O antivírus não consegue apagar os vírus, pois depois de inicializada a máquina, eles reaparecem;
3) O Windows não inicializa mais.

Antes de jogar a toalha e partir para a formatação, existe um último recurso que exige certo conhecimento técnico e outro computador, de preferência com o mesmo sistema operacional.

Você vai ter que tirar o HD principal da sua máquina – que está configurado como “MASTER” através do jumper na traseira perto do conector de energia – e instalá-lo numa outra máquina que tenha um antivírus bom, para que possa escanear completamente o HD infectado.
Quando você instalar o HD na outra máquina, ele deve ser configurado como “SLAVE” trocando de posição o jumper de configuração.

Ao término da varredura, depois que os virus forem deletados, reinstale o HD na sua máquina e abra o Windows, mas não trabalhe nele por enquanto. Vá direto ao painel de controle e entre dentro do ícone chamado “Performance e Manutenção”. Aí vai aparecer um item à esquerda chamado “Restauração do Sistema”, onde você deve entrar para desativar a restauração, se ela estiver ativada.

O problema da restauração ativada é que alguns vírus se escondem nesta área, quando todo o resto do HD foi varrido e limpo pelo antivírus. Como é uma área inacessível ao Windows nas operações normais de leitura/gravação, sempre que o computador reinicializa, alguns vírus se reinstalam a cada vez, renascendo das cinzas.

O próximo passo, depois de desativar a “RESTAURAÇÃO DO SISTEMA”, que apaga todos os arquivos de backup do sistema que o Windows mantém em ordem cronológica, é refazer os passos iniciais, de preferência reinstalar o HD no outro computador e repetir o escaneamento para ver se o antivírus não detecta outros vírus que haviam escapado.

Depois é só voltar a instalar o disco na máquina original. Passado o susto, a sugestão que fica é trocar o antivírus que você está usando, porque se ele deixa passar tudo, é muito ruinzinho.

HD, restauração de sistema, manutenção, virus, antivírus, sistema operacional, formatação

16 de abr de 2008

Qual é a origem do termo Idade Média?

O período compreendido entre a Idade Antiga e o Renascimento é até hoje cercado de preconceitos e simplificações. Em alguns países nos próprios bancos escolares ainda se encontram definições tais como: “o período em que a força reina mais que o espírito ou a beleza; o estado de guerra é quase constante; encontra-se o belo por instinto mais do que a ele se chega por esforço, pois as obras são prolixas, confusas, ora ingênuas, ora pedantes e complicadas, ora grosseiras, belas apenas por acidente".

Seguidamente se vê perorações tais como “Idade das Trevas” e “Idade do Obscurantismo”. Como é possível a humanidade ter passado por um milênio de trevas, sem produção científica nem artística de relevância? É o que sugere a cunhagem do termo “Renascença” para a idade que se iniciou entre os séculos XV e XVI. Porém, um Renascimento pressupõe um nascimento anterior, que se convencionou ter ocorrido na Idade Antiga. Então, a Idade Média teria sido a morte? É a visão histórica predominante ainda hoje, que está sendo revista por não ser sustentável rotular mil anos como apenas uma passagem obscura entre a sabedoria antiga e a luminosidade Renascentista.

Aparece o termo “Idade Média” ainda no fim da era medieval. Os primeiros autores que o empregaram, hesitaram entre “Meio Tempo” e “Idade Média”. Contudo, a terminologia só se impôs dois séculos mais tarde, mais precisamente no final do século XVII, consagrada na obra de Horn de Lyede e Cellarius. Aproximadamente em 1800 o termo ganhou o domínio público devido ao interesse renovado pelo período histórico caído no esquecimento.

História, renascimento, idade das trevas, obscurantismo, idade antiga, renascença

O que é Emo?

O estilo de vida da colagem comportamental.
É um contraponto ao estado de guerra e rebeldia inserido no coração da ideologia punk e funk. Ao renunciar à agressividade adolescente que tenta se impor no selvagem mundo adulto através da força, os emos se propõem realizar o maior pesadelo adolescente: expressar emoções em público – chorar, acariciar, rir – e mais espantosamente, até aos meninos é permitida a exposição da sensibilidade tanto no gestual, quanto no “comportamento sexualmente flexível”.

Os emos nasceram na onda da internet, que é o seu principal veículo de expressão. Os messengers e o Orkut fornecem as vias necessárias tanto para o compartilhamento do estilo emo, como para a obtenção do alimento do espírito – as músicas emo, cujas letras falam de sentimentos de amores perdidos, rejeição dos pais, etc.

Porém, na preconceituosa e totalitária sociedade de consumo o estilo descolado de uma geração que se atém a valores de tolerância e ambigüidade sexual cai como uma bomba. É mais fácil para a sociedade rechaçar e combater os violentos grupos de jovens punk e funk, do que aceitar e conviver com uma tribo voltada para compartilhar entre si uma coisa que os adultos terminantemente recusaram a dar, talvez até porque nunca tenham tido: amor.

O estilo emo tomou emprestado as feições dos punks e góticos, assumiu o ideário dos hippies, e se vestiu com alguns adereços dos Flinstones e roupas infantis meclado ao preto gótico, num sincretismo da herança estética pós-moderna da colagem, para decantar o amor e as emoções como pautadores das relações de convivência e como antídoto ao exílio a que os seus super-ocupados pais lhes condenaram desde a infância.

Comportamento, sociedade, preconceito, amor, hippie, punk, gótico, jovem, Orkut, chat, pós-modernidade, colagem

Por que a linha editorial da Globo difere tanto das outras redes no caso Nardoni?

Décadas de lutas contra os fatos.
Ao acompanhar o noticiário diário das grandes redes percebe-se que a maneira “sui generis”. como a TV Globo trata o caso do assassinato da menina Isabella Nardoni. Enquanto as outras redes tendem a ecoar os vazamentos normais dos bastidores da polícia, a Globo envergou a toga da defesa.
Ótimo dirão alguns! Não podemos julgar alguém até que os acusados sejam submetidos ao devido processo judicial. Esta é uma precaução que toda a imprensa deve ter para que as coberturas não descambem para o sensacionalismo, na busca frenética por pontinhos de IBOPE.

Porém, uma coisa é fugir do julgamento precipitado e outra é lutar contra os fatos. Vejamos, em dois rumorosos casos anteriores, os homicídios Rugai e do Deputado Coronel Ubiratan Guimarães, a polícia em nenhum momento abriu o leque das investigações para uma legião de suspeitos. Nos dois casos as investigações se circunscreveram no caso Rugai – ao filho do empresário Gil Rugai e no caso Ubiratan – à sua companheira Carla Cepolina. No caso Nardoni a Globo e defesa insistem na existência de uma terceira pessoa: o famoso “vulto preto” que invadiu o apartamento como um fantasma, cometeu a atrocidade e saiu sem deixar vestígios.

Ora, com a moderna tecnologia de investigação forense à disposição da polícia, os peritos não trabalham com margem de erro em casos de exposição pública em redes nacionais. O trabalho investigativo normalmente já parte com o nome dos suspeitos desde o primeiro dia, apertando o pouco a pouco o torniquete das evidências, mesmo antes da divulgação dos temidos laudos periciais, que leva semanas nos casos rumorosos e meses para os inquéritos dos simples mortais.

Todavia, a Globo aparentemente ignorante a todo o cerco das evidências das provas científicas e do muro testemunhal que se ergue sobre o caso Nardoni, se restringe olimpicamente a apontar “divergências dos legistas” e discrepâncias nas provas.

A linha editorial da Globo não preocupa especificamente no caso Nardoni, porque este será resolvido ao seu tempo com base em provas e, provavelmente, num futuro julgamento pelo júri popular. A arbitrária linha editorial da Globo é preocupante quando se trata de coberturas políticas e sociais: a falta de pudor de lutar contra os fatos. (Foi com vergonha que a ex-apresentadora do Fantástico Glória Maria deu a notícia da fragorosa derrota da Globo no plebiscito das armas. Eles morreram lutando contra os fatos até o último instante.)

Então, não se está tratando apenas de linha editorial. Quando uma parte monolítica da imprensa briga com os fatos e fabrica as suas próprias e convenientes versões, já não se pode falar de linha editorial e sim em catequese ideológica.

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15 de abr de 2008

Uma dieta de restrição calórica pode aumentar a longevidade?

É o que sugere um trabalho realizado na década de 30 com ratos submetidos à 1/3 da dieta normal. O grupo que teve a sua ração diminuída exibiu alterações típicas da idade bem mais tarde que seus companheiros bem alimentados e eles apresentaram uma resposta imunológica melhor. Além disso, conservaram o nível de glicose no sangue mais baixo, mantiveram a capacidade de aprender e perderam menos massa muscular.

Os pesquisadores concluíram que o efeito benéfico depende da diminuição total de calorias ingeridas, já que a redução isolada de gorduras, proteínas ou carboidratos, sem restrição calórica, não tem efeito sobre a longevidade dos animais. Por outro lado, a suplementação de vitaminas e antioxidantes também não prolonga a vida.

Mesmo que a restrição calórica comece tardiamente – no início da meia idade do camundongo – ela provoca um aumento de 10% a 20% na duração da vida e reduz o desenvolvimento de tumores malignos. O dado interessante é que de 1900 para cá, os avanços na medicina apesar de terem aumentado a vida média da população, não alteraram o valor de duração máxima da vida.

A redução calórica recomendada é de um 1/3. Assim, se uma refeição normal contém 1.270 calorias (33% de gorduras, 22% de proteínas e 45% de carboidratos), uma pessoa que adote uma dieta restrita passará a consumir 940 calorias (18% de gorduras, 32% de proteínas e 50% de carboidratos).

É importante ressaltar que para não prejudicar a saúde, uma dieta hipocalórica deve ter alto valor nutricional.

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O que são as corridas de carros-robô?

São corridas feitas entre carros auto-dirigidos, sem qualquer intervenção humana. Os robôs que há alguns anos atrás mal conseguiam atingir 2km dos 20 inicialmente propostos, se aproximam agora dos 100km.

Em novembro de 2007 um carro autônomo chamado Boss faturou o prêmio de 2 milhões de dólares em uma corrida na Califórnia. Boss trafegou com sucesso em ambiente urbano, desviando e convivendo com outros carros, perfazendo 85 km durante menos de seis horas, tudo isso sem qualquer controle humano.

O Chevrolet modificado Tahoe foi um dos seis carros que cruzaram a linha de chegada, de um grid total de 11 robôs que partiram ao amanhecer. Os outros tiveram de abandonar a corrida depois de colisões e outros problemas.

A corrida foi organizada pela Agência de Projetos e Pesquisas Avançadas do Departamento de defesa dos Estados Unidos (Darpa), cujo objetivo é o desenvolvimento de transportes não tripulados para poderem ser usados em situações de batalha. Os fabricantes de automóveis dizem que a tecnologia que está sendo desenvolvida vai possibilitar a su incorporação aos carros de série.
Boss trafegou nas ruas de uma cidade criada especialmente para este fim em uma base desativada da Força Aérea dos Estados Unidos em Victorville, num deserto da Califórnia.
Ele teve que enfrentar ruas de mão única e dupla, cruzamentos, construções e parques de estacionamento. Assim como os outros 10 carros-robô, Boss compartilhou ruas com mais de 30 motoristas humanos profissionais, que lá estavam para simular o tráfego urbano normal.

Olhos de raio laser
À primeira vista os robôs parecem carros normais de passeio, acrescentado de suportes de sensores montados no teto, cantos e pára-choques.

Uma das partes-chave da tecnologia da equipe vitoriosa foi um Lidar - um scanner de raio laser giratório. "Ele tem 64 raios lasers individuais, e gira aproximadamente 10 vezes por segundo para gerar aproximadamente um milhão de medições das proximidades," explicou Chris Urmson.
"Isto nos dá uma espécie de nuvem de pontos que podemos usar para ajudar a diferenciar os objetos próximos uns dos outros – carros de paredes de calçadas e assim por diante."

O tempo decorrido entre o disparo do laser e o seu retorno depois ser refletido por um objeto, permite a um computador calcular a que distância o objeto está. Tal informação é combinada com outros dados de vindos dos sensores de radar de mais longo alcance e das câmeras. A seguir "temos algoritmos que processam os dados e analisam e localizam tanto a posição dos objetos fixos e os móveis, como a nossa localização em relação aos mapas digitais do mundo à nossa volta armazenados na memória," acrescentou o Sr. Urmson.

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O caso Nardoni é um Big Brother CSI em capítulos diários na TV?

O caso que tem comovido a opinião pública do assassinato uma garota de 5 anos, além de estar mobilizando a imprensa brasileira na sua eterna fome de sensacionalismo, pode se prestar ao esclarecimento dos mecanismos que regem a nossa justiça. Devido à origem do direito romano, aqui a mentira pode ser utilizada por qualquer acusado como recurso contra a auto-incriminação.

Aí surge uma aparente aberração que confunde a maioria do público: a extrema irrelevância da confissão como prova decisiva. Ora, se ao réu é facultado mentir à vontade, por certo se pode concluir ele pode estar mentindo contra si mesmo. Mais importante do que as provas testemunhais - os depoimentos dos suspeitos e das testemunhas, são as provas geradas pela investigação científica forense. Pode-se dizer que na justiça brasileira o trabalho do tipo CSI é muito mais importante do que o blá blá blá das testemunhas.

Então para que servem as testemunhas? Simplesmente para levar à produção de provas científicas. Exemplo: duas testemunhas alegam que a irmã Nardoni recebeu uma ligação do seu irmão logo depois de crime e relatam ter ouvido o seguinte comentário: “Tenho que sair depressa porque aconteceu uma tragédia, meu irmão fez uma besteira”. A irmã, obviamente, nega o que as testemunhas afirmam, estabelecendo-se o habitual impasse de palavra contra palavra. Mas, para o inquérito policial não importa muito o direcionamento da fala das testemunhas e sim as provas que elas suscitam: certamente o sigilo telefônico da irmã Nardoni será quebrado, já que ela nega inclusive ter recebido uma ligação do irmão.

Ora, a prova científica serve amparar a fala das testemunhas ou desmantelá-la completamente. Caso se confirme através do registro das ligações do celular da irmã Nardoni, que ela efetivamente recebeu uma ligação do irmão na hora que o dono e o gerente do bar onde ela estava afirmam, suas alegações serão esvaziadas. Caso não apareça a ligação, a sua palavra triunfará sobre as testemunhas que dizem ter ouvido o comentário.

Por isso, tudo parece confuso na fase preliminar dos inquéritos policiais, enquanto não são disponibilizados os laudos técnicos o inquérito fica à mercê da palavra dos acusados e das testemunhas e o nosso direito não funciona sem as tais “provas científicas”. Contrariamente, nos Estados Unidos se pôde verificar através do rumoroso caso de Michael Jackson qual é o valor das testemunhas no direito deles. A defesa de Jackson se restringiu a desmontar a vida moral das testemunhas de acusação, obtendo assim a inocência do seu cliente famoso.

No Brasil, como o direito não se baseia no compromisso das pessoas dizerem “somente a verdade e nada mais do que a verdade”, a mira principal das instruções judiciais se volta para as provas materiais. Em casos de grande repercussão na imprensa, como o assassinato de uma linda garotinha branca de classe média alta, a máquina do poder policial se concentra de maneira intensa na obtenção de provas, quase como se fosse um grande Big Brother de CSI.

Certamente este caso (ao contrário de grande parte dos crimes no Brasil) terá resolução cristalina, tão logo sejam divulgados os resultados dos laudos periciais. Pois as informações técnicas e frias apontarão através de análises de DNA de vestígios de sangue, balística, autópsia, causa mortis, sigilo telefônico, câmeras de vigilância e reconstituição do crime, o provável ou prováveis criminosos.

Um criminoso protagonista de caso de grande comoção pública não é acusado com base na maledicência de “dedos-duros”, mas é inocentado ou condenado a partir da existência ou não de uma rede de contundentes provas científicas forenses, o que não impede os advogados da defesa exercer o seu justo “jus esperneandis”(direito ao esperneio).

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