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29 de jul de 2012

A reconquista do IMC normal!


A imagem acima compara uma foto tirada em 14 de maio de 2010 com outra tirada em 28 de julho de 2012. Entre estas duas datas há uma mudança no valor do índice de massa corporal (IMC) de 29,71 para 24,70.

Vale lembrar que os valores de IMC entre 25 e 29,9 são considerados sobrepeso, enquanto o IMC acima de 30,0 já é considerado obesidade. Os valores entre 18,5 e 24,9 são considerados “peso ideal”.

Mudar da periferia da obesidade para a periferia do peso ideal tem exigido determinação e radicalidade. 
Esta é uma batalha em muitas frentes, especialmente quando travada após os quarenta anos de idade.

Aos dezoito anos atingi a obesidade, mas com algumas mudanças que classifico como ‘Dieta Ecológica’ aos 22 anos atingi o IMC 23 e nele fiquei até os trinta anos, quando fiquei variando entre IMC 24 e 25.

Porém, a partir de 2007 as mudanças hormonais me levaram ao limiar da obesidade, sem haver grandes alterações na “Dieta Ecológica”. Isto foi muito frustrante e até pensei em deixar tudo como estava assumindo esta forma mais rotunda. Porém, consegui encontrar outro padrão para minha Dieta Ecológica, que  me permitiu, gradativamente, a reconquistar o IMC normal .

Como muitas pessoas enfrentam o mesmo problema, quero nesta postagem compartilhar esta caminhada de ajuste etário da dieta ecológica. O conceito de dieta ecológica é a busca do equilíbrio para que o corpo se cure por si mesmo, então ela representa uma mudança definitiva no padrão de comportamento e não apenas um intervalo para uma volta ao passado.

Estabeleci na dieta ecológica 10 passos básicos: 1º - redescoberta e valorização da beleza pessoal; 2º - construção de um estado de paz com o corpo; 3º - nunca utilizar moderadores de apetite; 4º - pautar-se pelo valor nutritivo dos alimentos e não pelo seu valor calórico; 5º - não comer distraidamente; 6º - reduzir os níveis de sal ao recomendado pela OMS (máximo de 6 g/dia); 7º - reduzir o tamanho do estômago subdividindo os alimentos em maior número de refeições; 8º - reduzir o consumo de leite e derivados, optando por fontes alternativas de cálcio; 9º - manter uma dieta diversificada e 10º - exercitar-se diariamente (os links para maiores esclarecimentos sobre cada passo estão na postagem “Top 10 da DietaEcológica”).

Seguir tais passos exige uma postura espartana, com algumas possibilidades de ‘quebra’, porém alguns critérios devem ser diferentes, dependendo da faixa etária.
Assim, entre os 20 e 30 anos, nunca me preocupei com a quantidade dos alimentos, apenas com sua qualidade e com certa frequência quebrava o padrão, indo jantar numa pizzaria, por exemplo, sem me preocupar em compensar, apenas retornava aos alimentos integrais com pouco sal e açúcar, mantendo o IMC 23 sem estresse.

Este mesmo padrão mantido entre os 30 e 40 anos, me guindou para os limites do sobrepeso e, após os quarenta, não conseguia mais sair do sobrepeso e chegava ao limiar da obesidade.

Algumas vezes, eu introduzi mudanças e reduzia em torno de 6 a 7 kg, mas não saía do sobrepeso e voltava a engordar. Então foi preciso mudar e radicalizar alguns hábitos, isso garantiu que no período de 2 anos reduzisse quase 12 kg, mudando do manequim 44 para o 40.

Em primeiro lugar, deixei de fazer uma refeição livre por semana, onde comia até um pratinho de sobremesa. Tal refeição era feita no dia de semana em que não almoço em casa. Desde agosto de 2010 substitui o restaurante convencional por um espaço da Herbalife e, assim, ao substituir apenas uma refeição por semana, em 6 meses reduzi medidas e consegui recuperar o jeans tamanho 42.

A partir do início de 2011 comecei a fazer uma dieta de 1200 quilo calorias (kcal) na primeira semana do mês e nas demais semanas apenas fazia o controle básico. Isto garantiu que o peso perdido em 2010 não fosse readquirido e que o tal jeans se tornasse mais confortável.

Em janeiro de 2012 fiz um novo ajuste de redução da quantidade de alimentos, já que a redução de ingestão calórica é, comprovadamente, um fator de longevidade e melhor saúde. Assim, enquanto na semana da dieta a ingestão calórica gira em torno das 900 a 1000 kcal, no restante do mês consumo cerca de 1500 kcal. 

Além disso, substituo 2 refeições pelos shakes da Herbalife na semana e não consumo farináceos após as 19 horas. Estes procedimentos favoreceram a perda de peso e redução de medidas, fazendo com que o jeans 42 se tornasse muito largo e o tamanho 40 ficasse confortável.

Outro fator relevante é a periodicidade em que me permito quebrar o padrão e fazer uma refeição livre. Se, antes dos trinta anos, isso podia ocorrer semanalmente, depois dos quarenta, não pode ocorrer em intervalos menores do que 90 dias, porque a partir desta idade ou se está tentando perder peso ou engordando, não tem mais meio termo.

A conquista e manutenção do IMC normal é um compromisso diário de evitar comida lixo, ingerir pouca quantidade de calorias e exercitar-se. Mesmo nas raras refeições em que abrimos mão da qualidade dos alimentos, não podemos nunca abusar da quantidade.

Todavia, isso não significa viver num estado de frustração, pois o IMC normal traz um bem-estar físico muito grande com melhor disposição e mais energia. Além disso, verificar que diferentes modelos de roupas caem bem, sempre nos deixa mais alegres.

Em resumo, após os 40 anos é essencial fazer os seguintes ajustes na dieta ecológica: 1º eliminar a refeição “livre” semanal; 2º substituir duas refeições semanais por Shake da Herbalife; 3º fazer sete dias de dieta com 1000 kcal diárias por mês; 4º exercitar-se, no mínimo, três vezes por semana; 5º não quebrar a dieta por mais de uma refeição em períodos menores do que 90 dias; 6º reduzir a ingestão diária para 1500 kcal e 7º entender que esta é uma opção para sempre.

Por Gladis Franck da Cunha.

19 de jul de 2012

Como entender os maiores sonhos das mulheres?


Conhecer as mulheres é possuir o mapa da mina, pois além de adquirirmos o poder de adentrar aos seus corações, as chaves desse conhecimento abrem outras portas, tais como a da existência tranquila, do conforto, das oportunidades, etc. Pois, nascemos de mulher, somos criados por mulheres, aprendemos com mulheres, nos tornamos um só corpo e carne (completitude) com uma mulher e provavelmente (desejavelmente) morreremos nos braços de uma mulher.

Não engordar comendo tudo de bom
Rezam as tradições que mulheres e homens passam a engordar no mínimo meio quilo por ano após os 30 anos. Ora, sabendo-se que à medida que avança a idade a fome aumenta na proporção das oportunidades de confraternizações com os amigos e recursos financeiros disponíveis para a satisfação das fantasias gastronômicas mais exóticas. Quis o destino que as pessoas devam se privar mais e mais dos quitutes e guloseimas em nome da boa forma... ou aderirem de vez à forma de tanquinho... de guerra.
A propósito desse item, encontrei nas redes sociais esta epígrafe, escrita obviamente por uma mulher: homens, não fiquem achando que o maior sonho das mulheres é encontrar o príncipe encantado. Elas querem é comer de tudo sem engordar.

Realização: independentemente do crivo estético, a saúde é o que mais importa. Então, se a elevação do peso corporal te deixa sem fôlego, provoca insônia, dores nas articulações, palpitações, taquicardia, etc., então podemos parar de falar de estética e passar para a necessidade urgente das pessoas aprenderem a lutar para sair do triste time do contingente de mais de 50% da população na faixa do sobrepeso.

Vestir 36
A decorrência natural do "não engordar comendo tudo de bom" é conseguir entrar nesse número mágico ambicionado por dez entre cada dez mulheres.

Realização: a menos que você tenha uma genética esquálida de Gisele Bündchen, a única alternativa real é virar anoréxica ou se resignar ao número possível.

Dispor de espaço infinito na bolsa
Por mais atulhada que esteja a bolsa de uma mulher, o parceiro sempre pedirá que ceda um espacinho a mais para colocar uma pequena bugiganga que ele se sente geneticamente constrangido de carregar.

Realização: optar por uma bolsa maior para aumentar o número de tralhas e com elas o peso que certamente deformará a coluna, ou encolher as necessidades e levar menos coisas numa bolsa de tamanho mais transportável? Eis a grande questão!

Ter no painel do carro um penduricalho para a bolsa
Efetivamente as montadoras não fazer carros para mulheres, pois raros deles oferecem um gancho para pendurar a onipresente bolsa delas. Contam as lendas que no tempo do Gol quadrado à álcool havia uma cliente que reclamava de constantes falhas do motor depois que ele esquentava. Os mecânicos examinavam, examinavam e nada encontravam, porém a queixa do defeito continuava. Até que um dia o mecânico mais esperto resolver fazer um bota fora com a senhora dirigindo, para tentar matar a charada. Tão logo entraram no carro ele descobriu o motivo das misteriosas falhas... A zelosa mulher, depois de puxar o botão do afogador, pendurava cuidadosamente a sacola no pino e não a retirava ao longo do trajeto, logo, o carburador acabava “afogando”.

Realização: uma vez que as montadoras insistem em desenhar automóveis para homens, onde o painel é bolotas de bolotas que se projetam e se retraem, sem serventia prática alguma, a não ser provocar orgasmos “designísticos” no público masculino, cabe às mulheres escolherem o carro mais de mulherzinha possível, ou seja, aquele modelo que mais se adequa às suas necessidades funcionais.

Que as rugas não voltem após puxar a pele da nuca na frente do espelho
É o gesto delas mais comumente observado na frente espelho e nada mudará isso PER SECULAE SECULORUM.

Realização: independentemente da sua mulher continuar tentando parecer mais jovem no espelho, ame-a como se fosse a última e trate-a como uma princesa. Beije-a todos os dias e abrace-a, como prova de que as marcas deixadas pela passagem dos anos nunca serão óbice diante do amor incondicional e atemporal que você cultiva por ela.

Há outros sonhos e inúmeras frustrações no caminho desses seres maravilhosos, fato que nos deveria incentivar a não torná-los mais insuportáveis do que são. Então, vejo esse como um dos nossos papeis positivos no processo: o de mitigarmos o sofrimento feminino aparentemente arraigado em cima de sensações supérfluas.

11 de jul de 2012

10 Mandamentos para emagrecer e continuar seco

O brasileiro se tornou obeso, não há como negar, não há famílias que não tenham pelo menos um parente obeso e vários no sobrepeso. Logo, sabendo-se que a epidemia da obesidade não pode ser tratada meramente como um problema estético e sim como uma hecatombe na vida dos indivíduos, listaremos alguns fundamentos para os padecedores do mal devem seguir, se desejam realmente melhorar a qualidade de vida.

1- Não comerás bastante, pois tudo o que é bastante engorda
Quando a minha mulher apareceu na endocrinologista, ela declarou com orgulho: "como bastante salada". Argumento que a Dra. demoliu com a frase acima. Quem come bastante, acostuma a comer bastante. Ou seja, desenvolve a tendência de manter o estômago sempre dilatado, o que favorece futuros enchimentos do pandulho com outras coisas bem mais calóricas do que salada.

6 de jul de 2012

A arte de comprar (ou não) um piano através de fotos


Dificilmente um estudante de piano consegue um modelo disponível que atenda às necessidades na sua cidade. Então, ele vai para a internet pesquisar modelos e preços e fica embananado diante das milhares de oportunidades, o que é um ledo engano, pois a maioria delas pode ser descartada somente analisando-se criteriosamente as fotos do piano e também do ambiente onde eles estão armazenados. Os tipos de roubadas serão detalhadas abaixo através de fotos ilustrativas de pianos que são oferecidos no Mercado Livre e outros sites de vendas de produtos usados.

Piano armário
Se você se depara com uma foto de um piano atulhado de coisas em cima, provavelmente ele tem sido usado muito mais como armário do que como instrumento musical. No assunto do uso de pianos, o melhor dos mundos é aquele onde o instrumento foi usado continuamente, mas sem exageros.