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8 de nov de 2012

Fábricas de pianos nacionais e avaliações dos seus produtos

por Isaias Malta Apesar de o Brasil ter fabricado muitos pianos em décadas passadas, seus melhores exemplares nunca chegaram a se equiparar às marcas consagradas e reconhecidas internacionalmente. Por isso, a afirmação de que o Essenfelder é um dos melhores pianos do mundo não chega a ser verdadeira se não for relativizada; sim, ele foi o melhor piano brasileiro numa época em que era extremamente difícil trazer instrumentos do exterior.

O grande problema, no tocante ao assunto fabricação de pianos nacionais, é a nossa crônica escassez de documentação. Por isso, as informações têm que ser pinçadas aqui e ali da maneira que dá, inclusive para auxiliar as pessoas desejosas de comprar um piano usado que se veem num cipoal confuso de nomes, quase todos alemães de nascença e vendidos como "piano alemão", quando o real parentesco é muito distante de um alemão de verdade. De fato, foram fabricados por famílias judias alemãs que migraram para o Brasil na primeira metade do século XX, e trouxeram na bagagem as técnicas construtivas de pianos das fábricas sobre as quais vamos discorrer.

Cirei
Um piano com origem duvidosa que dá problemas a vida inteira. Esta fábrica, praticamente de garagem, produzia seus instrumentos em Porto Alegre e tinha problemas na linha de produção das chapas e as madeiras empregadas não recebiam o tratamento adequado. Logo, é um piano que apresenta grandes riscos de rachaduras na chapa e tem fama de não segurar a afinação. O único Cirei que conheço é um traste que não merece ser reformado.

M. Schwartzmann
Piano bem fraquinho fabricado com materiais de baixa qualidade. É considerado de qualidade ruim e tem fama de não segurar a afinação. Conheço um deles numa casa de família, que está guardado há anos por seu valor sentimental. Afora o valor atribuído, ele não tem mais valor intrínseco algum, pois não passa de um monte de chapas de compensado com a forração descolando. Você encontra tais pianinhos a preço médio de dois mil no mercado livre. Essa fábrica também comercializou produtos sob outras marcas: Schalitz, Schalter, Schumann, Goldmann, Schermann, etc.

Essenfelder
Piano originário de Curitiba, Paraná, goza a fama de ser o melhor piano brasileiro já fabricado. Contudo, há de se discernir os períodos bons dos períodos maus na história da produção do Essenfelder. Enquanto os pianos fabricados nos anos 30 a 60 desfrutavam das melhores madeiras e mecânicas importadas da Alemanha, os exemplares mais recentes receberam mecânicas de plástico, compensado, MDF e até partes em aglomerado.
As melhores peças foram fabricadas antes de 1970 (tenha cuidado com os mecanismos do fim dos anos 50 que usavam boquetas de plástico escuro, hoje apodrecidas), sendo o melhor dos modelos, aquele com a tampa superior quadrada e uma barra entalhada na parte superior da espelheira. 
Essenfelder de 1958.

Nardelli
Foi a primeira fábrica de pianos de Brasil surgida no fim do século XIX para competir com os instrumentos importados. A Nardelli chegou a fabricar bons pianos, todavia hoje em dia, os exemplares ofertados por aí aparecem "baleados" devido ao péssimo estado de conservação. Alguns modelos tem a excelente mecânica importada americana Prett Read.

Fritz Dobbert
A fábrica mais de pianos mais longeva, sem dúvida, é a Pianofatura Paulista. Seus sessenta e poucos anos de história são marcados por altos e baixos nos seus produtos. Portanto, dependendo do período de fabricação, tanto pode ser um instrumento excelente, quanto um piano sofrível dotado de mecânica de plástico e madeiras de aglomerado. Recentemente, a Pianofatura decidiu importar da chinesa Pearl River os modelos mais simples tanto verticais, quanto o de cauda.
Acho os Fritz Dobbert com sonoridade bastante metálica e o toque duro.
A Pianofatura já fabricou usou outras marcas, além de Fritz Dobbert: Loreley, Halben, Barrat Robinson, Meinster, Graubott, Otto Halben, Goldenklang, etc.

Zimmermann
Juntamente com a Pianofatura Paulista e a Schneider, aparentemente são as únicas fábricas nacionais remanescentes.
A minha professora relata uma experiência desastrosa que passou com um deles, comprado novo décadas atrás. Depois de algum tempo ela teve que vendê-lo devido a problemas na afinação. Espero que os tenham resolvido ao longo do tempo.

J. Hoelzl
Eram pianos fabricados no Paraná. Tive durante 8 anos um J.Hoelzl e posso atestar que eles têm construção robusta e sonoridade aveludada. Pelo menos o meu, tinha deficiência nos agudos e baixos um pouco distorcidos. O lado hilário da coisa é a plaqueta rebitada no travessão da mecânica que diz ser ela originária da Áustria, o que é uma bruta mentira, ainda mais porque os tradicionais fabricantes de mecanismos se encontram na Alemanha.

Lux
Antiga fábrica de pianos que funcionou por pouco tempo no Rio de Janeiro e fechou. É considerado um piano de padrão mediano, compatível com a maioria dos instrumentos fabricados naquela época, a exemplo dos Fritz Dobbert, Schwartzmann, etc. Não apresenta bom valor de mercado porque a marca não chegou a vingar.

Brasil
Acredito que tenham sido os melhores pianos fabricados no Brasil. Refiro-me exclusivamente aos modelos equipados com marteleira e mecânica importados, que podiam ser Elephant (EUA), Renner, ou Schwander, essas de origem alemã. Essa fábrica, situada na cidade de São Paulo, atingiu o seu auge nos anos 50 e 60, sendo que a sua grande garota propaganda foi a excepcional pianista Magda Tagliaferro.
A plaqueta colada no travessão de alumínio "Mecanismo Brasil dupla repetição" é uma atochada tamanho gigante, 
trata-se apenas de uma jogada de marketing para enganar os incautos, pois sabemos que tal recurso que aumenta a velocidade de repetição das notas não existe em pianos de armário, só nos modelos de cauda.

Schneider
Uma das raras fábricas de pianos no país ainda em funcionamento, a Pianos Schneider atua no mercado desde 1937, situada em Curitiba, Paraná. Pelo relato abaixo, parece que o instrumento não gosta muito de afinadores, apesar da boa sonoridade.

Dittrich
Antiga fábrica de fundo de quintal em Blumenal que foi tocada até 20 anos atrás pelo senhor Diettrich. Fabricou desde os anos 50 cerca de 125 pianos, todos eles feitos à mão, de excelente qualidade. Seus filhos Hans Peter e Wolfgang (foto), hoje na casa dos 60 a 70 anos, continuam o trabalho de reparação, manutenção e afinação de pianos.

Chateaubriand
Novíssima fábrica de pianos situada no Recife – Pernambuco, na realidade não os fabrica diretamente, mas os importa da China e faz a preparação.

No Brasil vicejaram cerca de 90 fábricas nos áureos tempos em que era chique ter um piano em casa. Aqui, devido à brevidade do texto, foi impossível abarcar todas as marcas, mas pode ter certeza que muitos outros nomes alemães fizeram a alegria dos compradores de pianos em terras tupiniquins, tais como: Albert Schmolz, Sohn Jeg, Natal, Lichtner, etc.

Referências:
Algumas informações constantes aqui foram pinçadas da excelente comunidade no Orkut: Afinadores de Piano

58 comentários:

  1. Compensa trocar um Essenfelder de armário (aviado em 7.000) por um m.Schwartzmann 1/4 de cauda (sendo vendido por 10.000, pagando 3 de diferença, no caso)?

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    1. cuidado que a qualidade dos pianos s. scwartzmann deixa a desejar bastante, os essenfelder depende o periodo vale a pena, tem que ser um fabricado até 1965.

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    2. Olá. Disponho de uma piano schneider para venda contato whatsapp 99684-2925. É de uma sra.que esta de mudança... regiao bh-mg

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  2. Aparecendo a oportunidade, acho inestimável a experiência de tocar e ter em casa um piano de cauda.

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  3. Olá, Moro em Aracaju, Sergipe e aqui não é fácil comprar pianos usados. Encontrei um que o restaurador disse ser bom, mas eu pesquisei na internet e não encontrei nada a respeito dele. A marca é EDUOLI-RECIFE (R$ 5.000,00). Você já ouviu falar dele? Há também um Schwartzmann laqueado, preto por R$ 4.500,00. Mas desisti após ler o seu post.

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    1. Este Eduoli eu não conheço.

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    2. este eduoli recife pode ser um perigo, pois tá com jeito de marca diabo, e outro detalhe ele tá caro, pra uma marca duvidosa o preço tá elevado, eu tomaria cuidado.

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    3. este eduoli recife pode ser um perigo, pois tá com jeito de marca diabo, e outro detalhe ele tá caro, pra uma marca duvidosa o preço tá elevado, eu tomaria cuidado.

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  4. cuidado, estas marcas diabo voce pode acabar comprando um cirei, estes nossos são terriveis, mas até um cirei todo refornado e praticamente novo funcionaria bem todos eles, esta marca que voce falou nunca ouvi falar, mas os essenfelder, fritz dobber testado por um pianista um piano Brasil, dittrich ou j,hoez, são bons.

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  5. Obrigada.
    Esse piano é mesmo um mistério, nenhuma informação.
    Amanhã irei olhá-lo novamente e perguntar pela história dele.

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  6. Olá, por favor, preciso de informações sobre a marca de pianos Klangwert.

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    1. Klangwert foi uma das 20(vinte) marcas fabricadas pela Pianofatura Paulista(Leia-se Fritz Dobbert). São ótimos pianos, com excelente sonoridade.Abrçs....Memuia

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  7. Ola, boa noite. Possuo um piano alemao g.klingmann e sempre achei ele excelente em sonoridade, afinaçao e mecanica inclusive nunca tive nenhum problema com ele mas agora pretendo vender-lo e peço dicas de como avaliar e pergunto se conhece esta marca. Agradeço

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    1. Não conheço essa marca. Para ter uma ideia da avaliação, melhor consultar o Mercado Livre.

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  8. Olá! Moro no Rio Grande do Norte e tenho muita vontade de aprender a tocar piano. Qual seria o mais indicado para mim? Um que não fosse tão difícil de encontrar?

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    1. Não se indica piano para estudante, pois a pessoa acaba ficando com um piano por uma década pelo menos. Assim, o melhor é tentar pegar o melhor o que o seu dinheiro pode comprar, um Essenfelder usado, Fritz Dobbert, etec.

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  9. Ola tenho um piano gebr.schimolz
    Mas nao sei sua história ou se é de qualidade alguem pode me ajudar

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  10. Ola tenho um piano gebr.schimolz
    Mas nao sei sua história ou se é de qualidade alguem pode me ajudar

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  11. Boa tarde, você já ouviu falar de um piano Gala-Berlin? Procurei pela internet e não achei nada sobre. Há algum site para pesquisar?

    Grato.

    JX

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    1. Isso só existe para vender no Brasil, o que significa que um dos muitos "alemães" fabricados por aqui por uma das tradicionais fábricas nacionais tais como Pianofatura Paulista, Essenfelder, Schartzmann, etc.

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  12. O problema de comprar um piano usado é que não se sabe como ele vai reagir a uma afinação...os bons pianos são aqueles que seguram bem a afinação por algumas semanas ( sempre acaba desafinando) e que tenham uma boa repetição das notas...só tocando e de preferência levando um professor de piano com vc junto para ver o instrumento é que vc pode ter mais certeza se vale a pena ou não

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  13. Há pianos que ficaram muitos anos sem serem afinados e pode demorar muito tempo (meses, até anos) para o afinador conseguir deixar o piano bem afinado no lá 440 que é o padrão. Há pianos tão abandonados que nunca mais se conseguirá afiná-los sem partir a maior parte das cordas,,prefira um piano brasileiro de boa marca como o Brasil ou Essenfelder da fase áurea ou, de preferência, um piano importado antigo como o August Förster, Petrof, ou as grandes marcas como steinway & Sons, Blüthner, Bechstein, ou até um Gebr¨der Perzina ou Gotrian Steinweg, por exemplo. Mas foram fabricados bons pianos na Inglaterra e na França, além da Alemanha. Hoje em dia acham-se pianos orientais como o Yamaha, Kawai etc mas mesmo dentre estes há pianos melhores e piores.

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  14. Olá, parabéns pelo Post!
    Tenho o piano Essenfelder 142-C Super Luxo para venda.
    Aquele que você colocou como o melhor na foto.
    Vendo por R$ 12.000,00 a vista.
    http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-727280604-piano-essenfelder-mod-142-c-super-luxo-sonoridade-de-cauda-_JM

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  15. Esse piano M Schuartzmann é ruim mesmo? Pq tem uma amiga minha querendo vender um pra mim é a única compradora.

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  16. Eu tenho um m schwartzmann e o som é muito bom e a avaliação do site é exagerado pois o meu é um 1966 e em perfeito estado de conservação e afinação...

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  17. Eu tenho um m schwartzmann e o som é muito bom e a avaliação do site é exagerado pois o meu é um 1966 e em perfeito estado de conservação e afinação...

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  18. Este comentário foi removido pelo autor.

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  19. Este comentário foi removido pelo autor.

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  20. Eu tenho um m schwartzmann e o som é muito bom e a avaliação do site é exagerado pois o meu é um 1966 e em perfeito estado de conservação e afinação...

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  21. Olhem, tenho um M. Schwartzmann. Era da minha avó. Está na família desde 1966, aproximadamente. Pegou enchente de 74 em Tubarão, SC.
    Em 2008 enviei-o para reforma em Ribeirão Preto, na Michelin Pianos. Gastei R$ 4.000,00, na época. Se ele fosse tão fraquinho assim, não teria suportado tudo isso. E o afinador antigo dele, o que o afinava lá por volta dos anos 75-80, dizia que o som dele éra um dos que ele mais gostava. Eu também. Então…"nem sempre os melhores perfumes estão nos melhores frascos". Um M. Schwartzmann tem suas vantagens, sim.

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  22. A F. Essenfelder sempre fabricou seus mecanismos, inclusive tinha patente de mecanismos de pianos de cauda e de armario.

    O seu fundador Florian Helmut Essenfelder é de origem Alemã e cristão, nunca foi judeu. Quanto a qualidade dos pianos até os anos 60 é devido ao Florian Helmut Essenfelder ter acompanhado a sua construção até a sua morte em 1964. Ele tinha um controle de qualidade rigoroso e ordenava a queima dos pianos não aprovados na caldeira da fabrica e não aproveitava nem seu mecanismo.

    Seu mecanismo jamais utilizou peças de plástico e sempre foram feitos em madeira de pau marfim, os compensados para os moveis era fabricado na propiá fabrica e sua qualidade foi mantida da entre sua fundação em 1886 em Buenos Aires até poucos após o seu falecimento, sua qualidade pós anos 70 caiu sim, porém sempre foi um dos melhores.

    Posso Falar com propriedade pq cresci na fabrica e cresci com Florian, Florian era meu AVÔ!!!

    Claiton Essenfelder

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  23. A F. Essenfelder sempre fabricou seus mecanismos, inclusive tinha patente de mecanismos de pianos de cauda e de armario.

    O seu fundador Florian Helmut Essenfelder é de origem Alemã e cristão, nunca foi judeu. Quanto a qualidade dos pianos até os anos 60 é devido ao Florian Helmut Essenfelder ter acompanhado a sua construção até a sua morte em 1964. Ele tinha um controle de qualidade rigoroso e ordenava a queima dos pianos não aprovados na caldeira da fabrica e não aproveitava nem seu mecanismo.

    Seu mecanismo jamais utilizou peças de plástico e sempre foram feitos em madeira de pau marfim, os compensados para os moveis era fabricado na propiá fabrica e sua qualidade foi mantida da entre sua fundação em 1886 em Buenos Aires até poucos após o seu falecimento, sua qualidade pós anos 70 caiu sim, porém sempre foi um dos melhores.

    Posso Falar com propriedade pq cresci na fabrica e cresci com Florian, Florian era meu AVÔ!!!

    Claiton Essenfelder

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  24. Boa tarde, minha filha começou a estudar piano agora com 6 anos de idade. Gostaria de uma orientação sobre o tipo de piano que seria aconselhável adquirir para iniciantes.
    Desde já agradeço.

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    1. Aconselhável adquirir o melhor piano possível. Alguns pais optam pelo modelo que permite tocar como instrumento acústico e eletrônico (com fones de ouvido), de forma que o som dos estudos não incomode os membros da família.

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  25. Olá, boa noite, gostaria de sua opinião sobre pianos das marcas Cable Chicago e Pleyel, sobre o modelo do Cable Chicago não tenho informações, e sobre o Pleyel tenho somente o número de série: 132480.
    Obrigada, Brenda F.

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    1. Ah, gostaria também de saber sobre o Ed Seiler.
      Obrigadinha^^

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  26. Alguma chance de Blüthner, Grotrian, Sauter desembarcarem no Brasil? Rs...

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  27. Ano passado, fui à uma loja comprar um piano e estava quase levando um Schneider quando o dono da loja me falou para experimentar um piano de loja, da famosa Casa Werhs aqui do Rio de Janeiro. O piano era lindo, maior e todo de Imbuia, fora o timbre, que era muito superior mesmo! Aí ele me contou uma história dizendo que era fabricado pela essenfelder mas que colocavam o logo da Carlos Wehrs. Mesmo sem acreditar, levei o piano pela qualidade que aparentava na madeira, na máquina e no timbre. Desde que chegou, tinha um martelo que não estava agarrando e um técnico veio consertar. Pra minha surpresa, quando ele tirou os martelos, estava escrito no forro o logo do Carlos Werhs e embaixo estava escrito "um produto das indústrias de pianos Halben S.A"!! Logo entendi pq eu não encontrava nenhuma referência desse piano, talvez a casa Wehrs deve ter encomendado somente um lote. Mas para quem encontrar um piano Carlos Wehrs, já saberá a procedência!

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  28. Olá. Disponho de uma piano schneider para venda contato whatsapp 99684-2925. É de uma sra.que esta de mudança... regiao bh-mg

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  29. Olá. Disponho de uma piano schneider para venda contato whatsapp 99684-2925. É de uma sra.que esta de mudança... regiao bh-mg

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  30. Gostaria de saber a opinião da marca de pinao Gebr . Schmolz?

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  31. Alguém já ouviu falar de um piano feito no Brasil da marca Bentley (atenção, não é o famoso piano inglês). Talvez algum fabricante artesanal fazia esse Bentley tupiniquim. Já viram algum?

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  32. Boa Noite a todos. Eu estava num antigo e conceituado estúdio de Salvador quando me deparei com um piano M.Schwartzmann indo para o lixo. O piano está em péssimas condições, com muitos cupim e a mecânica das teclas está aparentemente ruim também. Pedi para me darem o piano para tentar restaura-lo mas agora depois de pesquisar sobre a marca estou em dúvida de vale a pena restaurá-lo. Não sei dizer qual é o ano de fabricação, alguém tem alguma dica de como descobrir? e aí, o que vcs acham que devo fazer?

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    1. O ano costuma ser escrito a lápis numa das primeiras teclas dos graves. A avaliação sobre possibilidade de restauração deve ser feita por uma técnico de pianos capacitado.

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  33. Estou vendendo um Halben para a minha mãe e minha tia, era dos meus avós. Qual o valor médio de um em bom estado, sem cupim, precisando de afinação e com somente 2 teclas travando?

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  34. Sou estudante de Desenho industrial da UFRJ e estou desenvolvendo uma pesquisa sobre pianos brasileiros, gostaria de entrar em contato com você para tirar algumas duvidas se você tiver interesse e disponibilidade para me ajudar, claro.

    taynah.loredo@gmail.com

    Obrigada!

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  35. No piano Brasil, qual seria o melhor ano de fabricação?

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    1. A partir da década de 70 houve uma enorme decadência na qualidade dos pianos nacionais, até que a vasta maioria das fábricas fechou nos anos subsequentes.

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  36. Como faço para saber o material das teclas de um piano Essenfelder ano 1952, teclas originais? Desse mesmo modelo da foto, tampa quadrada com faixa entalhada. As teclas estão amareladas e possuem listras fininhas no seu comprimento. Obrigada

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    1. Teclas de pianos brasileiros são todas de resina plástica, material usado durante quase todo o séc. XX até agora. Agora, conseguir exatamente o tipo de resina usado na década de 40/50 é impossível, se se conseguir de outro piano da mesma época.

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  37. Esse LUX da foto é meu. Postei essa foto no Orkut quando comprei O piano em 2009. Achei pouca informação sobre ele. Pesquisei muitos pianos e já toquei em vários de Ármario, nacionais e importados, uns 2-3 Schwartzman, e Fritz, que são DE LONGE os piores. Não recomendo Fritz nem para meu pior inimigo e compará-los ao LUX é ridículo, são infinitamente inferiores tanto em tom, volume e ação mecânica. Entre os nacionais Também toquei em um Zimmerman, que era pouca coisa melhor que um Schartzman e em 3 Brasis diferentes. A qualidade do Brasil (e também do Essenfelder) oscila bastante dependendo do ano e estado de conservação. Só ouvi um até hoje que era melhor que o meu LUX. Os dois que toquei tinham mecânica alemã Schwander e madeira sólida mas isso não os ajudou. Estavam mal conservados, soando fanho e abafado e eram pior do que o LUX Também toquei em um Essenfelder mais novo, da década de 80 que era melhor do que os 2 Brasis piores e bem superior aos Schartz, Fritz e Zimmerman, mas não chegava ao nível do meu LUX. Também experimentei brevemente um ibach que infelizmente estava detonado por cupim e era muito abafado. Minha professora tem um Halben inglês de Armário e um Steinway O Hamburgo. O Halben é fanho e tem uma ação que falha muito nos pianíssimos, caro e muito inferior ao lux, até mesmo ao Brasil e Essenfelder (não é FUll, é 48" se não me engano). Falando em Ingleses, já experimentei um Bentley que era ainda mais fanho que o Halben.


    Os únicos de ármario superioes ao LUX além do Brasil mais antigo bem conservado que já experimentei até hoje, foram um Bechnstein, um Stenway e o Yamaha U3 que ficava no camarim do maestro da Sala São Paulo. Também toquei em Yamahas U1 e P2, e ambos apesar de terem bom volume nos graves eram brilhantes e metálicos demais.

    Enfim, mediano ou não, bem conservado o LUX bate a maioria dos nacionais mal conservados que você encontra Brasil a fora. O meu tem mecânica é adequada e bem responsiva e o meu foi construído 100% em matéria maciça. Os graves não são muito altos mas o timbre do piano é muito bom. Ainda hei de fazer uma reforma nos martelos e voicing nele.

    O maior problema de pianos nacionais é de longe o estado de conservação, não sendo um Fritz, Schartz ou Brasil/Essenfelder mais novos de compensado, que sempre serão ruins, a marca não vai fazer diferença, mas sim, o estado do piano.

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    1. Realmente, as leis que regem os pianos verticais nada têm a ver com as dos pianos de cauda. Algumas marcas de excelência nos cauda, fabricam pianos verticais medíocres.

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  38. Qual seria o mais indicado afinal de contas entre Brasil, Essenfelder e Nardelli?

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    1. Essenfelder em primeiríssimo lugar, até a década de 70. Brasil em segundo e o Nardelli não é grande coisa, com mecanismo ultrapassado.

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  39. Olá, o que me dizem da qualidade som do piano Essenfelder série 26.231?
    obrigada

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  40. Este comentário foi removido pelo autor.

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    1. Este piano, pelo nº de série,já é da década de 70, e não possui a mesma qualidade dos da dec. de 60 para traz.Mas não deixa de ser um Essenfelder (melhor piano nacional).

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