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21 de mar de 2013

Tudo o que você precisa saber sobre homens em pouquíssimas lições

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Para nos entender, você precisa aprender a fazer um exercício extenuante de reducionismo. Imagine alguém que vive todo o tempo dentro de uma caixa preta só com um furo de comunicação com o mundo exterior. Bem vinda à visão que temos do mundo, monocromática e segmentada!

Por isso somos tidos como mono-tarefas, já que a nossa incapacidade mental de encetar encadeamentos simultâneos chega às raias de despertar piedade. Talvez a natureza tenha optado por ser avara em recursos que em nada ajudariam a nossa precípua missão de inoculadores gênicos.

Então, a coisa toda pode ser resumida assim: se você agarrar o pênis de um cara, estará segurando o elemento essencial que nos define como "eu tenho a força" - e a poesia se encerra aí - isto é triste, eu sei, mas é a dura realidade.

No mais, as mulheres que nos investem de uma complexidade que não temos, têm tudo para fracassar na vida a dois. Já as que descobrem que para nós tudo deve ser feito na base do preto no branco, do comando direto e rasteiro, da ausência de entrelinhas, para essas o mundo lhes sorri já que elas podem se jactar de terem conquistado o seu He-Man.

O principal reparo que temos de fazer em relação às mulheres é a sua permanente expectativa de que adivinhemos o que estão pensando, que sejamos sensíveis, cavalheiros, asseados, pontuais, altruístas e até gentis. Logicamente, estamos sempre frustrando tais expectativas e contando com um dia após o outro para consertar os nossos erros. Ora, se a coisa fosse tão simples assim, as mulheres casariam com mulheres que são detentoras todas as qualidades faltantes, por isso, antes de sermos seres sociais, somos organismos governados pela sanha despótica dos hormônios de acasalamento.

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