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26 de jan de 2012

Pianos Bizarros: modelos verticais custam mais que pianos de cauda

Klavins Pianos Model 370i: 600 mil reais
O “i” do nome significa integrado à estrutura da casa.
Você pagaria uma pequena fortuna por um piano de armário? Esta pergunta deve ser feita aos interessados em comprar o piano Model 370i, fabricado por encomenda pela empresa Klavins Pianos sediada na Alemanha. O interessante é que o piano é construído especialmente para se adptar ao espaço da sua casa, se é que você pode ter apenas uma “casa” para agasalhar um monumento que ocupa dois andares!

Mammoth Piano: 172 mil reais
Por uma “bagatela” dessas o fabricante promete unir os pontos fortes dos dois mundos: a praticidade dos pianos de armário à riqueza sonora dos pianos de cauda.
O interessante da história é que se você se interessar em levar pra casa essa belezinha, o seu afinador terá que mudar a sua rotina de trabalho: doravante deverá usar um taquinho de prolongamento para conseguir simultaneamente manusear a chave de afinação e alcançar o teclado para percurtir as cordas. Tudo porque a altura do Mamute é de 2 metros 14 centímetros (7 pés). Se pensarmos que o maior piano vertical vendido atualmente não ultrapassa 1 metro e 26 centímetros, dá para entender o quanto o Mammoth é fora de série!

O outro detalhe fica por conta do transporte deste piano, que é uma batalha à parte na guerra para torná-lo um “bebê” só seu.

Fandrich Piano: 30 mil reais
Uma pequena fábrica de pianos artesanais situada nos arredores de Lake City (Seattle – Estado de Washington – EUA) idealizou um modelo vertical com tábua harmônica e mecanismo especialmente projetados para se obter sonoridade e duplo escape iguais aos grandes pianos de cauda.
No entanto, a realidade da indústria de pianos é muito diferente do mundo romântico imaginado por Darrell Fandrich, pois nenhum dos maiores fabricantes do mundo se interessou em incorporar as suas inovações nas grandes linhas de montagem. E a razão é muito simples: as pessoas optam por pianos verticais em primeiro lugar pela imposição dos espaços residenciais reduzidos e, principalmente, pelo orçamento apertado demais para adquirir os cobiçados pianos de cauda.

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