[WebDesigner Depot] via Uêba
Não obstante a pobreza do continente africano, Cuba, Índia e outros, os povos destes países usufruem dos bens tecnológicos à sua maneira, inventando soluções engenhosas e por vezes geniais para driblar a crônica falta de recursos.
Telefone móvel africano.
Você não fica sem comunicação nem no meio das ressequidas savanas africanas.
Caçador africano manejando o seu GPS.
[Asp.net]
Esta figura se parece com o personagem Xixo da tribo bosquímana habitante do deserto do vale desértico do Kalahari na Namíbia, que participou do filme imperdível “Os Deuses devem estar loucos”.Computador cubano.
Devido a décadas de embargo americano, a ilha de Fidel se vira como pode em termos de tecnologia digital, às vezes recorrendo a tacos de madeira para calçar velhas impressoras matriciais de 80 colunas. (A impressora é uma indestrutível EPSON LX-300, ainda presente em muitas empresas Brasil a fora.)
No mundo, o lixo eletrônico (E-Waste) tem atualmente três grandes destinos: China, Índia e África. Os maiores geradores de lixo eletrônico, EUA e Japão, mandam seus resíduos para estes países e o fazem em nome de “razões humanitárias” sob o título eufemístico de “transferência de tecnologia de reciclagem”. Aparentemente, os africanos aprenderam rapidamente a aproveitar o refugo exportado pelos super-ricos.
Linha de montagem africana de computadores.
Linha de reciclagem de computadores na áfrica.
[ewaste]
A “reciclagem” feita nos países pobres se limita a separar os materiais de valor comercial e descartar o resto na natureza, sem nenhum cuidado com meio ambiente.iPod africano.
Quando chegarão na áfrica os micro-gadgets de áudio? Enquanto isto não acontece, eles se contentam com uma tecnologia mais defasada.
Transporte indiano de computadores a base de burro.
Índia: é o segundo maior destino de lixo eletrônico do planeta.
Carregador portátil de celulares na África.
Esta não é apenas uma central tecnológica móvel solar, mas provê água e transporte para os habitantes das regiões sub-saarianas e a possibilidade de recarregamento das baterias dos gadgets, já que naquelas localidades remotas não existe luz elétrica.
Solução engenhosa para manter as mãos livres.
Mais um primor do tipo de solução encontrada para contornar a falta de headphone. Não faça isto em casa, pois sua cabeça vai cozinhar com a radiação!
Por: Isaias Malta.









