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15 de mai de 2011

E se os homens fossem computadores? As muitas semelhanças e poucas diferenças.

Quando as mulheres esculhambam, normalmente nos rebaixam à quinta categoria de máquinas copulatórias(facilmente substituíveis pela fertilização in vitro). Por isto, é chegada a hora de tentarmos provar para elas que extrapolamos à mera condição de dispositivos mecânicos, ou melhor, que as nossas funcionalidades são um tantinho mais abrangentes.

Potência de processamento.
De nada adianta um computador cheio de fetiches, se o processador é capenga; a mesma premissa pode ser aplicada aos homens e a imagem acima vale mais do que mil palavras – potência é tudo no negócio da sedução!

Tamanho.
Ele é O documento tanto para as máquinas, que se miniaturizam mais e mais, quanto para os homens, que se sentem inferiorizados sem um membro com “redondura” e “compridura” situadas pelo menos na faixa considerada normal.

Versatilidade.
Hoje em dia, cada vez mais se deseja que um computador realize múltiplas funções e para satisfazer tal necessidade, estão aí os smartphones que só faltam falar, além de escrever, participar de redes sociais, fotografar, filmar, geolocalizar, acessar músicas e vídeos, agendar, despertar, vibrar, etc. Ora, como os homens não chegam nem aos pés deste leque multifuncional, elas pelo menos esperam que eles reservem alguns mínimos neurônios para as preocupações domésticas mais simplórias.

Vírus.
A morte do representante ilustre da macheza, o dançarino Lacraia, nos lembra o quanto a AIDS pode ser fatal, principalmente quando há reinfecção do vírus HIV, uma característica que, apesar da sua semelhança com o vírus de computador, até hoje é uma doença tratável, mas irreversível.

Memória.
Quanto melhor o computador, maior é a sua memória. Quanto aos homens, as mulheres já ficam satisfeitas por eles não terem uma memória estreita demais: quando esquecem de botar a roupa no lugar certo, repor o papel higiênico, pegar o filho na escola, o seu aniversário, tomar certas iniciativas na limpeza doméstica, etc.

Fragmentação.
Enquanto os computadores se fragmentam com o tempo e ficam lentos, os sujeitos tendem a cair na tentação dos vícios... quando ficam mais lentos ainda.

Overclock.
Computadores com hardware desatualizado correm o risco de sofrerem a famosa intervenção do overclock, que gera muito calor e diminui a vida útil do processador. Os homens também, na medida em que seus vasos sanguíneos se adelgaçam, enrijecem e fragilizam, menor quantidade de sangue consegue ser bombeada para os corpos cavernosos do prazer. Então, chega a hora do “overclocking” farmacológico do Viagra, Levitra, Cialis, Vivanza, e com eles, a oportunidade de fazer os velhinhos baterem as botas de uma vez por todas, já que artérias entupidas, esclerosadas e enrijecidas não aguentam muito tempo a pauleira do upgrade químico.

Velocidade.
Encaremos este antagonismo sob o ponto de vista funcional: quanto menos tempo leva para chegar lá, melhor é o computador. Contrário senso, sob o prisma sexual, a pressa masculina em ir cedo demais ao pote é bastante desvalorizada no mercado feminino.

Romantismo: a característica específica que nos torna melhores do que fertilização in vitro.
Ôpa, a principal característica que nos diferencia das máquinas é a de sermos definitivamente românticos... não obstante exigirmos reconhecimento eterno pelo movimentar de uma simples palha.

Veja que não falei na estética do gabinete, para não incorrer na abordagem do assunto do casemod, que desembocaria fatalmente nas particularidades do metrossexualismo que, por ora, são assuntos vastos demais para enfrentar.

Um comentário:

  1. Legal o post

    Seria bem interessante sendo um Computador!

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