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21 de dez de 2010

Dependência tecnológica transforma viciados em celular em idiotas.

Com o advento da revolução nas telecomunicações, não nos tornamos mais sábios, nem tampouco mais felizes, mas simplesmente mais apressados... e débeis mentais.

Aproveitando o ensejo do alastramento da doença ultra-moderna chamada nomofobia (ainda sem classificação na DSM-IV), que nos transforma em zumbis tecnológicos, os fabricantes de brinquedinhos eletrônicos deitam e rolam usando figuras de imbecis alienados nas suas propagandas e ninguém liga a mínima para isto. Veja que tipos amalucados eles elegem para representar os maníacos por celular:


Se você tem o perfil do idiota cara alí em cima, com o formato do celular impresso na lateral da cara, nunca desliga o aparelho, entra em pânico quando descarrega a bateria, sofre taquicardia quando esquece o equipamento e pensa um suicídio quando perde o dito cujo, seja bem vindo ao admirável mundo novo dos dependentes de tecnologia.

O problema não é o vício em alguma coisa, mas as coisas que ele nos faz perder. Parece uma pregação moralista, mas não é, em face da gravidade das perdas: desenvolvimento da síndrome do pânico, impotência sexual, desajustamento social, ansiedade, angústia, perda de produtividade por deficiência de concentração, etc.

Se você é um daqueles sujeitos que se enquadra perfeitamente no protótipo do idiota veiculado pelas campanhas publicitárias e jamais desliga o seu aparelho, comece a pensar que jamais chegará aos 40 sem uma bela dor de cabeça, ou melhor, se alguma parte do seu cérebro tiver sobrevivido intacta aos cânceres glioma e meningioma.

Contudo, não se desespere, pois daqui a 20 anos os cientistas concluirão um estudo poderá concluir definitivamente se você vai se ferrar, ou não, naturalmente usando as cobaias que hoje fritam alegre e temerariamente os seus cérebros em microondas ao longo das 24 horas do dia.
Pesquisas preliminares indicam que Celular pode provocar câncer cerebral, ou não.

Moral da história: algum dia vamos rir disto tudo, ou não. Enquanto isto... rezemos!

12 comentários:

  1. Rsrsr.. é verdade!
    Mas nao me vejo sem o uso do celular hj em dia.
    É util, e economiza tempo.

    Gostei da noticia =D

    Aguardo sua visita!
    beijos

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  2. Como em tempos escrevi.

    Uma nova era se formou. “A dos escravos tecnológicos”.

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  3. Mario,
    loucos e desvairados sempre houve, o que vemos agora é a vetorização dos transtornos mentais através de artefatos. Antes mantínhamos os alienados apartados da sociedade, hoje deixamo-os no mesmo lugar e damo-lhes penduricalhos para que se entretenham. No fundo, as coisas mudam de cenário, mas continuam as mesmas.

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  4. Grande serviço prestado a Humanidade.Pfffffff....

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  5. Muito Bom. Especialmente a parte que sugere uma associação entre a radiação eletromagnética do celular e o câncer. Não tem pra onde correr (exceto talvez para alguma mina chilena de quilômetros de profundidade), em todos os lugares existem torres de radiofreqüência, pontos hotspot de Wi-Fi de celular sem fio e Bluetooths de celulares alheios. Ou seja, querendo ou não, 'tamos ferrado bródi.

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  6. Depender de tecnologia, é depender do futuro seu animal, ou você acha que estamos regredindo para a idade da pedra? Há cada ano vamos depender mais de tecnologia do que de qualquer outra coisa, então somos todos dependentes tecnologicos idiotas.

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  7. hoje em dia todos nos dependemos de um celular .
    ass; www.lojaspopularcel.com

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  8. Olá, Tudo bom?
    Passei por aqui pra agradecer a visita e o comentário deixado no post do meu blog, que trata da provável associação entre o aumento no número de casos de tumores cerebrais no mundo, e o uso de celulares.

    http://raiosinfravermelhos.blogspot.com /o-cancer-associado-ao-uso-de-celular

    O maior problema enfrentado para que os cientistas cheguem a uma posição clara sobre os possíveis efeitos causados no nosso organismo, diz respeito às dificuldades em se fazer uma análise em um número considerável de pessoas, em várias faixas de idade, durante um longo período, inclusive especificando o tempo diário de exposição ao aparelho, bem como as predisposições genéticas de cada indivíduo em adquirir tumores. São muitas variáveis em jogo, e certamente por isso, os pesquisadores não chegam a um consenso.
    Quanto maior for o número destas variáveis consideradas, maior será a confiabilidade dos resultados, mas para isso gasta-se muito tempo e dinheiro.
    Já há previsão de pesquisas mais completas a respeito, mas talvez os resultados só sejam publicados nas próximas décadas. Enquanto isso, eu concordo que seja prudente informar e alertar, principalmente as crianças e jovens, para que evitem o uso abusivo destes aparelhos.

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  9. Jairo,
    seu artigo e este lançam luz para dar o que pensar. O melhor conselho é não querer contribuir para a estatística das cobaias que atualmente queimam seus seus miolos para que as futuras gerações descubram a burrada que fizemos.

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  10. Sinceramente dá vontade de rir mas...

    Vamos imaginar que ia a dirigir!

    http://www.youtube.com/watch?v=mg11glsBW4Y&feature=player_embedded

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  11. Todos somos dependentes de celular.
    ass: www.novishop.com.br

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