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7 de dez de 2010

Marcas famosas de TI que nunca conseguiram fabricar o seu próprio computador.

(Este artigo bem que poderia ser intitulado "Finalmente a Google lança o seu próprio computador! Mas, vamos comer o elefante por partes.)
Por que nunca vimos um computador ostentando a marca Microsoft, ou Intel? Apesar de fabricar de chips a placas-mãe, a Intel nunca se interessou em fabricar aquele que teria sido o gadget ideal de qualquer micreiro: um computador inteiramente assinado com o seu nome. Quem tem um periférico assinado pela Microsoft, mouse, joystick, teclado, ou console de jogos, etc, certamente já sonhou com um computador com a mesma qualidade e desempenho. Então, vejamos como tais companhias tentaram, ou tentam realizar os sonhos dos meninos maluquinhos por tecnologia.

Google.
Antes de pensar em lançar o seu próprio celular Nexus One (e retirá-lo do mercado meses depois), a Google planejou em 2006 vender um PC (parecido com o da foto acima) com a sua marca, que seria comercializado em grandes cadeias de supermercados, tais como a Wal-Mart. Basicamente, a ideia era fazer um hardware de baixo custo totalmente focado nas nuvens, usando um sistema operacional que somente hoje está saindo do papel, o Chrome OS.
Google to Design a cut-price PC having its own Operating System.
Google apresenta o Chrome OS, seu concorrente para o Windows.

Microsoft.
O mais próximo que a Microsoft chegou da ideia de um computador foi o seu "Computador de Superfície", uma traquitana pouca prática para as residências, mas que colocou o conceito Touch Screen sob os holofotes, atualmente usado e abusado pelos smartphones. Depois que a empresa desistiu do celular que levou o seu nome, o Kin, será difícil esperar que o pessoal de Richmond retome o sonho de fabricar um computador próprio.


Intel.
A gigante dos processadores nunca fabricou um computador inteiro de fio a pavio com a sua marca, apesar de terem sido industrializados milhões de computadores baseados nos chips e motherboards Intel. A única exceção bizarra ficou por conta deste conceito de notebook tablet batizado de UrbanMax, através do qual a gigante dos processadores demostra as potencialidades da tecnologia dos seus processadores dedicados a dispositivos portáteis.


Tanto a Microsoft, quanto a Intel manifestaram um tremendo visionarismo no tocante às possibilidades do sistema de comando por tela sensível. Pena que foi muito avante ao seu tempo, mas, certamente graças a esse pioneirismo, os dispositivos de computação portátil baseados nesta tecnologia puderam deslanchar nos dias de hoje.

Em tempo: a materialização do computador da Google está acontecendo nestes momentos por intermédio do Notebook Cr-48, que será distribuído de graça para alguns usuários felizardos dos EUA.
Gadget do dia: notebook Cr-48 (Chrome OS!).

2 comentários:

  1. Penso que é uma estratégia empresarial. Não dispersam os recursos humanos e os financeiros. Só os grandes impérios é se podem dar a esse luxo.
    O princípio é que “ não se deve colocar todos os ovos no mesmo cesto “.
    Manda a boa prática de gestão que se diversifique.
    Talvez um exemplo ajude a explicar a ideia.

    Um fornecedor de qualquer bem ou serviço que dependa mais de 20% de um cliente normalmente tem os dias contados.
    Se o cliente não paga atempadamente?
    O fluxo financeiro é inexistente, só o recurso ao crédito alivia temporariamente o sufoco.
    Só que este representa um acréscimo de custos.
    A empresa tem estrutura para os suportar?
    Esta é a incógnita.

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  2. e so um progama piloto

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