Todas as pesquisas atuais se desenvolvem sob o selo de “top secret” máximo e, provavelmente, envolvem gastos de bilhões de dólares. Apesar de pouca coisa ter vindo à tona, sabe-se que eles estão trabalhando com robôs de combate inteligentes, carros autônomos e chips de computadores baseados em sistemas orgânicos. Apesar do segredo, mais cedo ou mais tarde estas coisas vão vazar dos porões e ganhar as ruas, o que será o bastante para mudar os paradigmas da espionagem.
Os micro-robôs moscas portarão câmeras e terão a capacidade de realizar vôos autônomos. Imaginemos uma guerra com milhões destas moscas zumbindo nas zonas inimigas; estará decretado o fim do segredo e certamente a vitória será do lado que estiver no controle dos insetos artificiais.
Atualmente, a tecnologia está abolindo o antigo conceito de privacidade. Hoje, quase todos os crimes deixam traços eletrônicos e qualquer cidadão pode ser monitorado 24 hora por dia em tempo real. O autor visionário que previu a extinção da esfera privada foi George Orwell no seu livro 1984, onde ele inventou o famoso Big Brother, conceito tomado emprestado pela empresa Endemol para inspirar o seu Reality Show de mesmo nome.
O cenário aterrador de um futuro onde o big brother vai reinar absoluto, começará quando as moscas-robô forem despejadas aos bilhões no mercado de segurança eletrônica. As câmeras de vigilância que atualmente podem ser compradas por qualquer um, vão ser substituídas por dispositivos muito mais baratos, ou seja, insetos artificiais dotados de extraordinários e quase infinitos poderes de xeretagem.
A guerra do futuro.
Quem precisará de tropas e pesadas operações bélicas, quando pode usar enxames de moscas-robôs carregadas de armas letais para minar as defesas inimigas? As cartadas tecnológicas decidirão todas as guerras do futuro? Quem viver verá.
Fonte:
Spiegel Online.
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