Pesquisar

5 de ago de 2009

A vida em um ambiente inóspito inspira o jovem Darwin!

Diário de Darwin1 comentado - parte 8
Estação de Pesquisa na Ilha Belmonte do Arquipélago de São Pedro e São Paulo.
Projetada por Cristina Engel para resistir a ondas gigantes e terremotos.

O arquipélago de São Pedro e São Paulo é um ambiente inóspito para humanos, pois não há nele uma planta ou musgo sequer e, principalmente, nenhuma gota de água doce.

A principal função dos coletores solares que se observam no telhado da estação de pesquisas em Belmonte é fornecer energia para o equipamento de dessalinização. Além disso, as equipes de pesquisa levam um grande estoque de água doce, em geral, mais do que suficiente para beber e cozinhar, deixando a água dessalinizada para banhos e limpeza da estação.

Sem água doce a vida humana é impossível. Porém, ávido por permanecer o máximo possível em 'terra firme', Darwin desembarcou e explorou este “porto” inseguro, descobrindo toda uma comunidade de animais terrestres, que se apoiam uns nos outros para sobreviver nestas condições extremas.

Conheça este incrível ambiente pelo olhar maravilhado de Darwin no TeLiga.

6 comentários:

  1. Afe maria, vc está prolongando muito essa história do Darwin, já está enjoativo.

    ResponderExcluir
  2. Prezado anônimo,
    Sinto muito, mas foram cinco anos de viagem e eu ainda não ultrapassei os dois primeiros meses. Darwin era detalhista então...você ainda terá muito para ler a respeito, pois vou até o fim.
    Sempre lhe restará a opção de não ler, mas vai perder com isso, então coragem!

    ResponderExcluir
  3. Darwin merece tantos posts, afinal graças a ele que sabemos que fazemos parte de um processo evolutivo de sobrevivência e seleção natural. Imagine essa teoria dita no século 19, quando mundo não estava preparado para ouvir estas afirmações.
    Abraços

    ResponderExcluir
  4. É assim que se fala Clarissa! A Gladis tomou a a si o trabalho de publicar na íntegra os diários de Darwin, mas não ipsis literis e sim introduzindo comentários preciosos que resgatam, atualizam e contextualizam as informações do século XIX.
    Na realidade, esta é uma iniciativa pioneira em língua portuguesa, possível de ser feita por alguém que, além do seu doutorado em biologia, tem anos de experiência na epistemologia da educação e na lida de sala de aula.
    Como o Blogpaedia foi criado com o escopo de popularizar o conhecimento científico, nada mais justo do que darmos loas a empreendimentos de tal vulto.

    ResponderExcluir
  5. Marcelo Dall'Onder Michelon08/01/2010 11:20

    Olá Prof. Gládis, parabéns pelo elaborado trabalho e pela seleção das imagens. Continue postando estes valorosos textos.

    ResponderExcluir
  6. Marcelo,
    Fico feliz com esta análise, pois este projeto me interessa muito. Cada vez mais precisamos de pessoas que aprendam a ler e escrever. Os textos do Darwin são muito bons e detalhados e a internet permite dar a eles o que faltava: as imagens.
    Obrigada pelo comentário

    ResponderExcluir